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quarta-feira, julho 9

Os 5 de Cambridge - o indiscretos espiões bêbados

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Cupinchas!
Muitas são as ocasiões em que um fato histórico ou algum personagem concreto, são retratados a partir de uma perspetiva errônea, projetando uma imagem totalmente distorcida de como era na realidade ou de como realmente aconteceu...

Continua adaptação:

"Este é o caso do grupo de espiões britânicos que trabalharam sob as ordens da União Soviética e que foram conhecidos como 'os cinco de Cambridge'.
Apesar da profunda deslealdade e traição a sua pátria, esses cinco homens foram considerados ao longo de muitas décadas como um exemplo claro de 'espiões perfeitos'. Pessoas bem relacionadas, em empregos e posições importantes e que foram vitais para levar a cabo o plano de Stalin de descobrir e controlar quais eram os segredos e estratégias que guardavam seus aliados na Segunda Guerra Mundial e inimigos durante a Guerra Fria.

O Churchill Archive Center de Cambridge possui grande parte do arquivo Mitrokhin
No entanto, muitos acharam que os cinco de Cambridge, não eram um modelo de perfeição quanto aos trabalhos de espionagem que desempenharam, onde na verdade, acreditavam que era grupo de indiscretos, informais, alcoólicos e em alguns casos, promiscuos homens.

Em 1990 a URSS dedicou um selo de Kim Philby membro dos 'Cinco de Cambridge'

Ao menos assim ficou refletido na recente divulgação de mais informação contida no Arquivo Mitrojin, milhares de anotações confidenciais que foram reunidas e tiradas dos arquivos da KGB por Vasili Mitrojin, um agente russo que trabalhou em Moscou e que fugiu do país depois da desintegração da URSS.

Vasili Mitrokhin tinha acesso ilimitado a milhares de arquivos



Ao longo destas duas décadas foi se fazendo público algumas dessas informações secretas que Mitrojin escondeu e há alguns dias, vieram à tona aquelas que tinham relação com seus 'agentes especiais'.
O surpreendente das mesmas é que o próprio Kremlin não via os cinco de Cambridge com bons olhos, pois foram encontradas numerosas anotações em que eram sublinhados como irresponsáveis, bêbados e inclusive que não eram capazes de guardar um segredo.

Guy Burgess e Donald Duart Maclean viviam constantemente bêbados, segundo os arquivos.
Dos mais de 200 britânicos que a URSS contratou para que traíssem seu país e trabalhassem repassando informação confidencial, os cinco de Cambridge foram os que alcançaram maior fama e talvez, os que mais dano causaram ao Reino Unido, não só pelos graves atos de deslealdade à pátria mas sim, pelo tipo de pessoas eram; jovens brilhantes que haviam se destacado em seus estudos no Trinity College da Universidade de Cambridge e que depois de terminarem suas carreiras, haviam conseguido empregos situando eles em importantíssimos cargos.

Kim Philby, Anthony Blunt e um homem que acreditam ser John Cairncross também estava na rede de espionagem de Cambridge
O grupo dos cinco de Cambridge era composto por Kim Philby, o primeiro que foi contratado e a quem seguiram Anthony Blunt, Donald Maclean, Guy Burgess e John Cairncross, sobre este último, durante muito tempo sua identidade verdadeira era desconhecida.
Philby foi assinado pela NKVD, a agência de inteligência soviética predecessora da KGB, através de Arnold Deutsch, um eminente professor que entrou em contato com ele em 1 de julho de 1934. O jovem estudante, que naquela época tinha 22 anos, professava uma forte simpatia pelos ideais comunistas e quis colaborar para acabar com o crescente fascismo que era imposto na Europa (Hitler e Mussolini) entrando na aventura que seu predecessor acadêmico propunha.

Os cinco de Cambrige

MacleanBurgessPhilby, e Blunt  (e agora sabe-se que também John Cairncross), eram membros britânicos de uma rede de espionagem da KGB que penetrou no sistema de inteligência do Reino Unido e passou informações vitais para os soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial e os estágios iniciais da Guerra Fria.

Enquanto ensinava na Universidade de Cambridge, Blunt foi influente no recrutamento de outros três, que eram todos os alunos de lá.

Burgess se tornou jornalista depois que ele saiu da universidade, mas no início da guerra, se juntou ao MI6.

Maclean estava no Ministério das Relações Exteriores durante o mesmo período.

Em 1951, alertado por Philby que estavam sob suspeita, Burgess e Maclean desertaram para a União Soviética, onde passaram o resto de suas vidas.

Philby desertou em 1963 - o mesmo ano em que Blunt foi descoberto pelos serviços de inteligência britânicos. A ele foi oferecida a imunidade, em troca de informações. 

Através de Philby, Deutsch foi recrutando o restantes membros:
jovens com grandes talentos para os estudos, membros de importantes e proeminentes famílias, tudo acima de quaisquer suspeitas.
Depois de terminarem seus períodos de formação universitária e se incorporarem à vida trabalhista conseguindo destacados postos, começaram a efetuar seus serviços como espiões para a URSS. O período de maior tráfico de informação de Londres e Washington (onde vários deles realizavam trabalhos na embaixada) para Moscou foi entre 1939 e 1951, contemplando toda a Segunda Guerra Mundial e os primeiros anos da Guerra Fria, nas quais, a informação confidencial foi de vital importância para os interesses soviéticos.

Cambridge

No final da década dos 1950 e início dos 60, Kim Philby, Donald Maclean e Guy Burgess abandonaram seu país e desertaram para Moscou, enquanto Anthony Blunt e John Cairncross preferiram permanecer no Reino Unido, onde demorou muito tempo para descobrirem as suas duplas identidades de espiões."

Abrax

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