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segunda-feira, junho 9

Guerra no mar - a primeira guerra mundial em fotos - 100 anos atrás

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Cupinchas!
Movimentar tropas e suprimentos por mar era vital para todos os exércitos envolvidos na Primeira Guerra Mundial. A batalha pelo controle dos mares levou a uma corrida armamentista, com novas táticas mortais e perdas de vidas sem precedentes no mar...

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"A guerra na Europa havia se tornado uma máquina destrutiva, consumindo fontes, equipamentos e soldados em taxas enormes. Reabastecer navios a partir de casa e transportar aliados através do Atlântico, enfrentando ataques de submarinos, minas submarinas e bombardeios aéreos.
Encouraçados se enfrentaram uns contra outros no Oceano Índico, ao mar do Norte, competindo pelo controle do território colonial e dos portos.

Novas tecnologias foram inventadas e refinadas, tais como a guerra de submarinos, cascos camuflados e enormes porta-aviões. Milhares de marinheiros, soldados, passageiros e tripulantes foram enviados para o fundo do mar. Neste aniversário de 100 anos, eis aqui as fotografias da Grande Guerra de dezenas de coleções, algumas digitalizadas pela primeira vez, para tentar contar a história do conflito, o que aconteceu na mesma e quanto isso afetou ao mundo.

O antigo submarino alemão UB 148 no mar, após ter sido entregue aos aliados. 
O UB -148, um pequeno submarino costeiro, foi estabelecido durante o inverno de 1917 e 1918, em Bremen, na Alemanha, mas nunca comissionado na Marinha Imperial Alemã. 
Estavam terminando os preparativos para a colocação em funcionamento quando o armistício de 11 de novembro terminou as hostilidades. 
Em 26 de novembro, o UB -148 foi rendido pelos britânicos em Harwich, Inglaterra. 
Mais tarde, quando a Marinha dos Estados Unidos manifestou interesse em adquirir vários antigos submarinos para usar em conjunto com um abono de guerra, o UB-148 foi um dos seis barcos alocados para esse fim.
Vista interior de um submarino da Marinha britânica em construção, Clyde e Newcastle.
Evacuação da baía de Suvla, estreito de Dardanelos, Península de Galípoli, em janeiro de 1916. 
A campanha de Galípoli foi parte de um esforço dos aliados para capturar a capital otomana de Constantinopla (moderna Istambul). 
Depois de oito sangrentos meses na península, as tropas aliadas se retiraram derrotadas, sob o fogo inimigo no mar.
Em Dardanelos, a frota aliada explode um navio desativado que interferia com a navegação.
O porta-aviões britânico HMS Argus. 
Convertido de um transatlântico, o Argus podia carregar de 15 à 18 aeronaves. 
Encomendado no final da primeira guerra mundial, o Argus não viu qualquer combate. 
O casco do navio foi pintado com camuflagem Dazzle
A camuflagem Dazzle foi amplamente utilizada durante os anos de guerra, projetada para tornar mais difícil ao inimigo, estimar o raio, posição ou velocidade de um navio e torná-lo um alvo mais difícil - especialmente quando visto pelo periscópio de um submarino.
Fuzileiros navais e marinheiros posando em um navio não identificado em 1918.
Uma mina é arrastada para à terra em Heligoland, no mar do Norte, em 29 de outubro de 1918.
Um avião Curtiss modelo AB-2 catapultado para fora do convés do USS North Carolina em 12 de julho de 1916. 
A primeira vez que uma aeronave foi lançada por uma catapulta de um navio de guerra, enquanto em deslocamento, foi no North Carolina em 5 de novembro de 1915.
O Fulton SS, um pequeno navio americano pintado com camuflagem Dazzle, no Estaleiro Naval de Charleston, Carolina do sul, em 1 de novembro de 1918.
Homens no convés de um navio, removendo o gelo. 
Legenda original: 'em uma manhã de inverno, retornando da França'.
As rochas de Andrômeda, Jaffa, e transportadores carregados com suprimentos de guerra, dirigindo-se ao mar em 1918. 
Esta imagem foi obtida utilizando o processo de Paget, uma primeira experiência em fotografia colorida. 
Aportando um canhão de 155 mm em Sedd-el Bahr. 
Navios de guerra perto da península de Galípoli, Turquia durante a campanha de Galípoli.
Os marinheiros a bordo do cruzador francês Amiral Aube, posam para uma fotografia com uma bigorna anexada no convés.
O encouraçado alemão SMS Kaiser no desfile pelo Kaiser Wilhelm II em Kiel, na Alemanha, por volta de 1911-14.
O submarino Britânico HMS A5. 
O A5 integrou a primeira frota de submarinos classe-A, utilizados na primeira guerra mundial, para a defesa de portos. 
O A5, no entanto, sofreu uma explosão apenas alguns dias após o seu comissionamento em 1905 e não participou da guerra.
Estaleiro dos EUA em Washington, a seção de oficina de armas grandes em 1917.
Um gato, o mascote do HMS Queen Elizabeth, caminha ao longo do cano de uma arma de 15 polegadas no convés, em 1915.
O USS Pocahontas, navio transportador da Marinha dos Estados Unidos, fotografado em 1918. Era originalmente um navio alemão de passageiros chamado de Prinzess Irene. 
Estava ancorada em Nova York no início da guerra e foi apreendido pelos EUA.
Quando entrou no conflito em abril de 1917, foi rebatizado de Pocahontas.
Escapando no último momento de um navio torpedeado por um submarino alemão. 
O navio já afundava a sua proa nas ondas, e sua popa estava lentamente se levantando para fora d'água. 
Os homens podem ser vistos descendo pelas cordas, assim como o último barco que está se afastando. Foto tomada por volta de 1917.
O hidroavião Burgess, uma variante do Dunne D.8, um biplano sem cauda com asas em ângulo de flecha, em Nova Iorque, sendo usado pela milícia naval de Nova Iorque, por volta de 1918.
Submarinos alemães em um porto.
A legenda em alemão diz: 'Nossos U-Boats em um porto'. 
Na fileira da frente (da esquerda para a direita): U-22, U-20 (o submarino que afundou o Lusitânia), U-19 e U-21. Na fileira de trás (da esquerda para a direita):  U-14, U-10 e U-12.
O USS New Jersey (BB-16), um navio de guerra de classe Virginia, de casco pintado com camuflagem, por volta de 1918.
A Marinha Real Britânica, lançando um torpedo, 1917.
O navio de carga Britânico, SS Maplewood sob ataque do submarino alemão SM U-35 em 7 de abril de 1917, a 47 milhas náuticas (87 km) a sudoeste da Sardenha. 
O U-35 participou de toda a guerra, se tornando o mais bem sucedido submarino na primeira guerra mundial, afundando 224 navios e matando milhares.
Multidão em um cais na Austrália, congratulando a frota de navios camuflados, que traziam homens para casa dos serviços no exterior, por volta de 1918.
O cruzador alemão SMS Emden, encalhado na ilha de Cocos em 1914. 
O Emden, uma parte da frota alemã do oeste da Ásia, atacou e afundou um cruzador russo e um contratorpedeiro francês em Penang, Malásia, em outubro de 1914. 
O Emden então começou a destruir uma estação de rádio britânica na ilha de Cocos no Oceano Índico. 
Durante a invasão, o cruzador australiano HMAS Sydney atacou e danificou o Emden, forçando-o a encalhar.
O cruzador alemão Seydlitz queima na batalha da Jutlândia, em 31 de maio de 1916. 
O Seydlitz foi a nau capitânia do Vice-almirante alemão von Hipper, que abandonou o navio durante a batalha. 
O cruzador de batalha alcançou o porto de Wilhelmshaven, pelas suas próprias forças.
Um submarino alemão encalhado na costa sul da Inglaterra, após a rendição.
Rendição da frota alemã em Harwich, em 20 de novembro de 1918.
Submarino alemão 'U-10' à toda velocidade.
Navio de batalha da Marinha Imperial Alemã, o SMS Schleswig-Holstein, dispara uma saraivada de tiros durante a batalha da Jutlândia, em 31 de maio de 1916 no mar do Norte.
'A vida na Marinha'. 
Prática de esgrima (Kendou) a bordo de um navio de guerra japonês, por volta de 1910-15
O 'Leviatã', anteriormente era o navio de passageiros alemão 'Vaterland', deixando Hoboken, Nova Jersey, rumando para a França. 
O casco da nau está coberto com camuflagem. 
Na primavera e no verão de 1918, o 'Leviatã' levou em média, 27 dias para ir e voltar através do Atlântico, carregando 12.000 soldados de cada vez.
Vista lateral do camuflado USS K-2 (SS-33), um submarino de classe K, fora de Pensacola, Flórida em 12 de abril de 1916.
A complexa maquinaria interna de um submarino americano meia nau, olhando da popa.
O ataque de Zeebrugge ocorreu em 23 de abril de 1918. 
A Marinha Real tentou bloquear o porto belga de Bruges-Zeebrugge, afundando navios velhos na entrada do canal para impedir que navios alemães saíssem do porto. 
Dois navios foram afundados com sucesso no canal, ao custo de 583 vidas. 
Infelizmente, os navios foram afundados no lugar errado e o canal foi reaberto em alguns dias. Fotografia tirada em maio de 1918.
Navios de guerra dos aliados no mar, enquanto um hidroavião sobrevoa, 1915.
O encouraçado Tsesarevich, um pré-dreadnought da Marinha Imperial Russa aportado, por volta de 1915.
A Grand Fleet (A grande frota, foi uma frota Naval Real Britânica formada durante a Primeira Guerra Mundial. NDT. rusmea.com) sob o comando do Almirante John Jellicoe, no caminho para encontrar a Marinha Imperial alemã na batalha da Jutlândia, no mar do Norte em 31 de maio de 1916.
A tripulação do HMS Audacious em botes salva-vidas sendo levados a bordo do RMS Olympic, em outubro de 1914. 
O Audacious foi um navio de guerra britânico, afundado por um navio alemão ao largo da costa norte de Donegal, Irlanda.
Destroços do SMS Konigsberg, depois da batalha do Delta do Rufiji. 
O cruzador alemão foi afundado no Delta do Rufiji, Tanzânia, um rio navegável por mais de 100 km antes de desaguar no Oceano Índico, a cerca de 200 km ao sul de Dar es Salaam.
Transportador de tropas Sardinia com camuflagem Dazzle, em um cais durante a primeira guerra mundial.
A nau capitânia russa TSAREVITCH passando pelo HMS VICTORY, por volta de 1915.
Submarino alemão se rendendo à marinha americana.
Naufrágio do cruzador alemão SMS Bluecher, na batalha de Dogger Bank, no mar do Norte, entre encouraçados alemães e britânicos, em 24 de janeiro de 1915. 
O Bluecher foi afundado com a perda de cerca de mil marinheiros. 
Esta foto foi tirada do convés do cruzador britânico Arethusia."

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