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domingo, junho 29

100 anos depois - a primeira guerra mundial em fotos

Fonte
Cupinchas!
Cem anos após o início da primeira grande guerra, nenhum dos que participaram permanecem vivos e nos restam apenas relíquias envelhecidas, fotografias amareladas, paisagens cobertas de cicatrizes que aos poucos vão sendo recuperadas pela natureza, memoriais e cemitérios em todo o globo...

Segue adaptação:

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Ontem, dia 28 de junho de 2014, marcou o centésimo aniversário do assassinato do Arquiduque Franz Ferdinand. O assassino Gavrilo Princip deu o primeiro tiro do que viria a se tornar um terrível massacre de longos anos. No entanto, depois que o som dos disparos foi silenciado no dia do armistício, as mortes continuaram a aumentar. Revoluções estouraram na Rússia e na Alemanha, redesenhando arbitrariamente os conjuntos de fronteiras nacionais, palcos de décadas de conflito e as demandas por pesadas reparações, inspiraram a ascensão da Alemanha nazista e o início da segunda guerra mundial.

A Primeira Guerra Mundial continua a matar até hoje - apenas neste último mês de março de 2014, dois operários belgas foram mortos quando se depararam com uma bomba não detonada, enterrada por um século. Unidades de desarmamento de bombas na França e na Bélgica, descobrem toneladas de bombas todos os anos. Embora os eventos da primeira guerra mundial agora tenham se esvanecido da memória viva, os resquícios permanecem em paisagens marcadas por cicatrizes, milhares de memoriais, artefatos preservados em museus, fotografias e as histórias atravessaram os anos - histórias de perdas tremendas.
Esta é última postagem de uma série de 10, do aniversário de 100 anos desse grande evento e eis aqui as fotografias de dezenas de coleções, onde tentamos contar a história do conflito, o que aconteceu e quanto isso afetou ao mundo.

Galhos de árvores cercam o memorial canadense da Primeira Guerra Mundial, também conhecido como 'o soldado meditando' em St Julien, Bélgica em 7 de março de 2014. A estátua é um memorial em honra às tropas canadenses que morreram nos primeiros ataques a gás da primeira guerra mundial em 1915.
Ovelhas pastam em uma área perigosa e ainda não explorada, de munições não detonadas da primeira guerra mundial no Memorial nacional canadense de Vimy, em 26 de março de 2014 em Vimy, França.
Cruzes no ossuário de Douaumont da Primeira Guerra Mundial, próximo a Verdun, França em 4 de março de 2014.
Um campo de batalha de Verdun que ainda possui as marcas de crateras dos impactos de bombas, fotografado em 2005.
Um perito antibomba exibe granadas britânicas não detonadas, recuperadas nas cercanias de Courcelette, um campo de batalha da Primeira Guerra Mundial em Somme, em 12 de março de 2014. Cada ano os agricultores descobrem várias toneladas de bombas, estilhaços, reservatórios de gás, granadas não detonadas, chamadas 'engins de mort' (Armas da morte pela fonte e máquinas da morte por. rusmea.com), que especialistas de eliminação de bombas de Amiens, removem e destroem.
Uma escultura do artista alemão Kathe Kollwitz, intitulada 'The Mourning Parents' ("Os pais de luto". NDT. rusmea.com) no cemitério alemão Vladslo da Primeira Guerra Mundial, em Vladslo, Bélgica, em 8 de maio de 2014. O cemitério contém os túmulos de mais de 25.000 soldados alemães. O filho de artistas, Peter Kollwitz, que foi morto na guerra quando tinha apenas 18 anos, está enterrado em um túmulo em frente à estátua.
Membros da Associação Histórica Alemã da Primeira Guerra Mundial, sentados sobre os restos de um canhão francês de 155mm de longo alcance, na aldeia de Bezonvaux, perto de Verdun, França Oriental, em 29 de março de 2014. Membros de associações históricas francesas e alemãs, se reúnem anualmente, para visitarem juntos o campo de batalha de Verdun, na França, o lugar de uma sangrenta batalha da primeira guerra mundial que se arrastou por cerca de 10 meses, em 1916, custando centenas de milhares de vidas e a destruição de muitas aldeias.
Lloyd Brown, um veterano da  Primeira Guerra Mundial com a idade de 104 anos, toma um momento para refletir em sua casa em Charlotte Hall, Maryland, em 9 de novembro de 2005, enquanto se lembra de quando estava no Estaleiro Naval da Filadélfia com seu navio no dia em que a Primeira Guerra acabou. Brown lembrava do dia do armistício em 1918 como poucos, muito poucos veteranos lembravam. 
'Para os militares, haviam muitos abraços e beijos,' recorda Brown, que era um marinheiro adolescente a bordo do couraçado USS New Hampshire quando os combates cessaram. 
'Estávamos tão felizes que a guerra havia acabado.' 
Brown acrescentou: 'Não há muitos de nós por aqui.' 
Cerca de 2 milhões de americanos serviram na Europa depois que os EUA entraram na guerra em 1917. Lloyd Brown faleceu em abril de 2007, com a idade de 105 anos.
O HMS Caroline repousa em Alexandra Dock em Belfast, Irlanda do Norte em 29 de janeiro de 2013. Uma bolsa do National Heritage Memorial Fund foi destinada para os urgentes trabalhos preventivos para garantir a integridade do Caroline. Construído por Cammell Laird em Birkenhead, em 1914, a nau fez parte do 4º esquadrão de cruzadores leves que combateu na batalha da Jutlândia, em 1916, sendo o último navio da Marinha Real sobrevivente daquele período ainda à tona. No momento da sua desativação em 2011, era a segunda nau mais antiga ainda em serviço da Marinha Real Britânica, sendo o navio HMS Victory Nelson, preservado em Portsmouth, o mais antigo. O Caroline foi convertido em um depósito e navio de treinamento da reserva da Marinha Real em Alexandra Dock, Belfast em anos posteriores.
Um mergulhador de uma unidade antibomba segura um projétil não detonado, recuperado em um rio em Cappy, perto dos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial em 19 de março de 2014.
Um membro da comissão comunitária de sepulturas de guerra, exibe uma folha de Acer (Bordo), um emblema de jaqueta do exército, sobre os restos mortais de um soldado canadense encontrado por arqueólogos na cidade de Sancourt perto de Cambrai, no norte da França, em 9 de junho de 2008. O soldado participou da batalha de Cambrai, lutando de setembro a outubro de 1918, era membro do 78 ° batalhão de Winnipeg, de Manitoba e pertencia a 4ª Divisão canadense.
Árvores crescem onde ficava a vila de Fleury, perto de Verdun, em 5 de março de 2014. Cem anos depois que as armas de uma guerra mundial silenciaram, nove aldeias dizimadas pelos combates no campo de batalha mais sangrento da França, continuam a levar uma existência fantasmagórica. Seus nomes aparecem ainda nos mapas e nos registros do governo. Prefeitos que representam esses lugares, são designados pelas autoridades locais. Mas a maioria das ruas, lojas, casas e pessoas que uma vez viveram em torno do reduto do exército francês de Verdun, foram embora.
Relógios encontrados com os restos mortais de soldados franceses da Primeira Guerra Mundial, em 3 de junho de 2013 em Verdun, França. Pelo menos 26 corpos de soldados franceses foram encontrados no porão de uma fazenda totalmente destruída na vila de Fleury-devant-Douaumont. Sete foram identificados por sua placa de identificação militar.
Um homem olha para os nomes dos desaparecidos no Memorial Thiepval em Arras, França, em 4 de novembro de 2008. A comissão comunitária de sepulturas de guerra gerencia 956 cemitérios na Bélgica e França, que testemunham o pesado sacrifício humano feito na frente ocidental durante a primeira Guerra Mundial (1914-1918) e segunda guerra mundial (1939-1945).
Arqueólogos desenterram um tanque britânico Mark IV da Primeira Guerra Mundial, em Flesquieres, perto de Cambrai, no norte da França, em 19 de novembro de 1998. Tropas britânicas abandonaram o tanque em 20 de novembro de 1917 e as tropas alemãs em seguida o enterraram e usaram o veículo como abrigo.
O campo de batalha do Somme possui muitos cemitérios - O Beaumont-Hamel (parte de baixo da imagem), cemitério Redan Ridge n º 2 (quase no alto da imagem) e o cemitério Redan Ridge n º 3 (no topo da imagem) em 27 de março de 2014 em Beaumont-Hamel, França.
Máscaras de gás da Primeira Guerra Mundial na nova exposição '1914 - In the Middle of Europe'("1914 - no meio da Europa". NDT. rusmea.com) no Museu de Ruhr na antiga planta metalúrgica de Zollverein em Essen, Alemanha, em 6 de maio de 2014.
Bombas não detonadas alinhadas ao longo de uma parede, aguardando a remoção por peritos antibombas, depois que um agricultor francês as encontrou enquanto arava seus campos perto do cemitério britânico de Courcelette, cenário de um campo de batalha da Primeira Guerra Mundial em Somme, em 12 de março de 2014.
O caixão do Cabo do exército dos EUA Frank Buckles, se encontra sob honrarias na capela do Memorial no cemitério Nacional de Arlington em Arlington, Virgínia, em 15 de março de 2011. Buckles, o último americano veterano da Primeira Guerra Mundial, faleceu em 27 de fevereiro de 2011 com a idade de 110 anos. Ele serviu o exército em 1917, com a idade de 16 anos, até ser dispensado em 1920.
A escultura de uma rena sobre as trincheiras do memorial Newfoundland em Beaumont-Hamel, França, em 27 de março de 2014. O campo de batalha preservado no parque, engloba as fundações em que o Regimento Newfoundland fez seu malsucedido ataque em 1 de julho de 1916 durante o primeiro dia da batalha de Somme.
Uma imagem de sonar digital, mostra os contornos de um submarino alemão da Primeira Guerra Mundial, no fundo do mar do Norte. O naufrágio do U-106 foi descoberto nas proximidades da ilha de Terschelling, uma ilha no mar de Wadden no norte dos Países Baixos, e se tornará um túmulo de guerra oficial, segundo o anúncio de 16 de março de 2011 do ministério da defesa da Holanda. Depois de chocar contra uma mina e perder toda a tripulação de 41 homens, a nau afundou em 1917.
Membros de uma unidade antibomba, carregam uma grande cápsula não detonada à uma cama de areia no caminhão em uma construção em Ypres, na Bélgica, em 9 de janeiro de 2014. De acordo com o departamento de defesa belga, dois operários foram mortos no dia 19 de março de 2014, quando se depararam com o armamento em uma zona de construção.
Vista interna de uma trincheira da Primeira Guerra Mundial, em Massiges, nordeste da França, em 28 de março de 2014. Durante a guerra, o campo de batalha entre as frentes de Champagne e Argonne foi tomado e perdido várias vezes por tropas francesas e alemãs, entre setembro de 1914 e setembro de 1915. Durante os trabalhos de restauração da trincheira, nos últimos dois anos, a Associação principal de Massiges encontrou sete corpos de soldados da Grande Guerra.
Na fronteira Franco-Suíça em Pfetterhouse, arames farpados oxidados assentados perto do quilômetro zero (zero mile marker) da linha de frente da Primeria Guerra Mundial, em 5 de setembro de 2013. A frente começava na fronteira com a Suíça e se extendia por 750 km ao mar do Norte.
Arqueólogos na cidade de Arras, no norte da França descobriram os restos de 24 militares britânicos que foram enterrados em 1917, durante a primeira guerra mundial. A descoberta dos esqueletos, colocados lado a lado com suas botas de exército intactas, tinham evidências de que eles eram da mesma cidade. Eles foram descobertos durante as escavações para uma nova planta da BMW no final de maio de 2001. A Comissão comunitária de sepulturas de guerra tomou posse dos restos, identificou 20 dos soldados que foram enterrados juntos, como pertencentes ao 10º Batalhão Lincoln. Outros três, encontrados nas proximidades de uma cratera de bomba, eram da infantaria da Marinha e um outro foi encontrado enterrado sozinho.
Um monumento aos habitantes locais que foram mortos durante a primeira guerra mundial, fotografado em 24 de junho de 2014 em Wildenroth, Alemanha. Aldeias em todo o sul da Alemanha geralmente possuem um pequeno monumento em honra aos homens mortos enquanto serviam no exército alemão durante a primeira guerra mundial e o número de nomes frequentemente são listados em dezenas ou mesmo centenas, mesmo em aldeias com pequenas populações.
Um sinal de estrada em que se lê 'rua principal', se encontra onde um dia foi a vila de Bezonvaux, perto de Verdun, em 4 de março de 2014. 
Vera Sandercock segura uma foto de seu pai, o soldado Herbert Medlend, que serviu na primeira guerra mundial na 'duplamente agradecida' aldeia de Herodsfoot, Inglaterra, em 4 de abril de 2014. Existem 13 aldeias na Inglaterra e país de Gales onde todos os que lutaram na primeira e segunda guerra mundial, voltaram para casa em segurança. Essas afortunadas comunidades são conhecidas como aldeias 'duplamente agradecidas' (Do original "doubly thankful". NDT. rusmea.com).
Um visitante caminha em direção ao Memorial Nacional Canadense de Vimy em 26 de março de 2014 em Vimy, França.
Mergulhadores exploram o interior de um navio em Burra Sound, nas ilhas Orkney, Escócia, em 8 de maio de 2014. Durante as duas guerras mundiais, Scapa Flow foi uma importante base naval britânica e o local de perdas significativas de vidas. Após o fim da primeira guerra mundial, 74 navios alemães foram internados lá e em 21 de junho de 1919, a maioria foi deliberadamente afundadada, sob às ordens do almirante alemão Ludwig Von Reuter, que pensou equivocadamente que o armistício havia sido quebrado e queria impedir que os britânicos usassem os navios. Agora, Scapa Flow é um local popular para mergulhadores que exploram os destroços de alguns que ainda permanecem no fundo.
Restos mortais de soldados não identificados no ossuário de Douaumont, leste da França, em 9 de fevereiro de 2014. O ossuário contém os restos mortais de 130 mil soldados franceses e alemães não identificados que morreram na batalha de Verdun.
Uma estátua representando um Poilu (soldado francês na primeira guerra mundial), cuja silhueta está de encontro ao céu, em um monumento de guerra, em Cappy, norte da França, em 6 de novembro de 2013.
Papaverales vermelhas nas paredes de trincheiras conservadas da Primeira Guerra Mundial em Diksmuide, Bélgica, em 17 de junho de 2014.
Um par de sapatos, em que se acredita que tenham pertencido a um soldado britânico, foram escavados de uma trincheira da Primeira Guerra Mundial, perto da cidade belga de Ypres, na frente ocidental, em 10 de novembro de 2003. Arqueólogos belgas, auxiliados por peritos militares britânicos, encontraram restos de soldados, assim como armas e outros objetos no que foi considerada a primeira exploração profissional de um campo de batalha na região.
A proprietária Charlotte Cardoen-Descamps da fazenda Varlet, aponta diferentes tipos de cápsulas da Primeira Guerra Mundial que foram encontradas em sua fazenda, em apenas uma única temporada em Poelkapelle, Bélgica, em 4 de maio de 2007.
O pé de um soldado alemão morto em um ataque francês na primeira guerra mundial, jaz em um abrigo subterrâneo, na frente de Sundgau sobre Lerchenberg em Carspach perto de Altkirch, França, descobertos por funcionários do serviço arqueológico Alsaciano, em 12 de outubro de 2011. Foram encontrados os restos mortais de soldados alemães que haviam sido enterrados vivos após uma bomba enorme aliada explodir acima do túnel em um ataque em 18 de março de 1918. Os homens pertenciam à 6ª companhia do 94º Regimento de infantaria de reserva e eram até agora considerados desaparecidos em ação.
Uma vista aérea mostra o memorial nacional canadense de Vimy no cume Vimy, norte da França, em 20 de março de 2014 e as marcas de crateras e trincheiras ainda visíveis. Este lugar do memorial é dedicado à memória de membros da força expedicionária canadense, mortos durante a primeira guerra mundial.
Uma cruz na borda da cratera Lochnagar em 28 de março de 2014 em La Boisselle, França. A cratera foi feita quando uma enorme mina foi detonada no primeiro dia da ofensiva de Somme durante a primeira guerra mundial.
Túmulos no cemitério chinês de Nolette, o lugar do enterro de alguns dos 850 trabalhadores chineses que morreram durante a Primeira Guerra Mundial, em Noyelles-sur-Mer, no norte da França, em 1 de agosto de 1913.
Vista aérea do memorial Franco-britânico de Thiepval, norte da França, em 12 de abril de 2014. Com 45 metros de altura, é o maior memorial de guerra britânico do mundo, onde mais de 72.205 nomes de soldados desaparecidos da primeira guerra mundial, estão gravados em pilares de pedra.
Um homem vestido com uniforme segura uma ordem de culto, durante o funeral de Harry Patch, do lado de fora da Catedral de Wells, na Inglaterra ocidental em 6 de agosto de 2009. Milhares de pessoas assistiram ao funeral do 'Último Tommy' ("Last Tommy" no original. NDT. rusmea.com), O britânico Harry Patch, que foi o último veterano sobrevivente das trincheiras da Primeira Guerra Mundial, falecido com  a idade de 111 anos.
Um membro da ONF (Office National des Forets ou Conselho Nacional de Florestas. NDT. rusmea.com.) analisa uma cápsula não detonada em uma floresta em Vaux-devant-Damloup, perto de Verdun, em 24 de março de 2014. A floresta de Verdun, está cheia desse tipo de vestígio da primeira guerra mundial, no entanto, o antigo campo de batalha atrai ladrões, para o desgosto dos arqueólogos e das autoridades.
Tochas são colocadas ao lado de túmulos de soldados no cemitério de Douaumont, leste da França, durante o evento anual, conhecido como os quatro dias de Verdun, um desfile noturno de veteranos, quando eles comemoraram o 98º aniversário da batalha de Verdun.
Participantes perto do cenotáfio de Sydney na conclusão da missa do dia da lembrança em Sydney, na Austrália em 11 de novembro de 2010.
Papaverales vermelhas florescem em um campo em Peutie, na Bélgica, em 3 de junho de 2014. As papaverales vermelhas foram umas das primeiras flores a florescerem nos solos revirados da primeira guerra mundial e logo, amplamente aceitas em todas as nações aliadas, para serem usadas no dia do armistício como a flor da lembrança.
Abrax

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5 comentários:

Claudiomir Nogueira disse...

Realmente são imagens muito fortes. Nos fazem refletir muito sobre o horror da guerra. Um assunto tão interessante, é uma pena não ver documentários e programas especiais sobre o centenário da primeira guerra mundial nos Historys e Discovery Channels da vida.

Rus mea disse...


De fato Claudiomir...

O centenário desse importante evento, passou praticamente em branco nos grande meios de comunicação...

Grande abrax

Hélio José Venancio disse...

Nota 10. Me emocionou muito entrar "nessa maquina do tempo" e ver onde grandes hérois viveram e perderam suas vidas ....

rusmea.com inoxloxlayer disse...


Obrigado pelo comment Hélio

Grande abrax

Arthur Levy Cavalcante disse...

Há documentários muito bons. Um dos melhores é o Apocalipse da primeira guerra ou segredos da primeira guerra. Tem no YouTube