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segunda-feira, maio 12

A tecnologia da Primeira Guerra Mundial em fotos - 100 anos atrás

Fonte

Cupinchas!
A industrialização trouxe grandes mudanças aos campos de batalha durante a Primeira Grande Guerra. Máquinas de matar, recém-inventadas, iniciaram um novo capítulo dos mecanismos de defesa, o que por sua vez, estimulou o desenvolvimento de tecnologias ainda mais mortais. Quase todos os aspectos do que poderíamos considerar da guerra moderna, estrearam nos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial...

Segue adaptação:


Confira:
100 anos atrás - a primeira guerra mundial em fotos
Primeira Guerra Mundial em Fotos: A Frente Ocidental - 100 anos atrás

"Quando os exércitos da Europa iniciaram a marcha para a guerra em 1914, alguns ainda estavam carregando lanças a cavalo. Até o final da guerra, armas de fogo rápidas, bombardeios aéreos, ataques de veículos blindados e implementações de armas químicas eram comuns.
Qualquer noção romântica de guerra foi abruptamente deixada de lado pelo advento do gás cloro, enormes cápsulas explosivas que poderiam ser disparadas de mais de 20 quilômetros de distância e metralhadoras que cuspiam balas como mangueiras d'água.
Cada um dos lados fez o que pôde para melhorar a tecnologia existente, ou inventar novos métodos na esperança de ganhar alguma vantagem sobre o inimigo.

Tropas americanas utilizando um localizador acústico recém-desenvolvido, montado sobre uma plataforma com rodas. As grandes 'cornetas' amplificavam os sons distantes, monitorados através de fones de ouvido usados ​​por um membro da equipe, que poderia direcionar a plataforma movendo-a e assim, identificar aviões inimigos distantes. O desenvolvimento de localização acústica passiva, acelerou durante a Primeira Guerra Mundial, mais tarde porém, foi superada pelo desenvolvimento do radar na década de 1940.
Dispositivos de escuta maciças criaram ouvidos nos céus, veículos blindados se tornaram imbatíveis por pequenas armas de fogo, tanques podiam (na maioria das vezes) passar diretamente sobre arame farpado ou trincheiras, telefones e heliógrafos* permitiam comunicações através de longas distâncias e os aviões se tornaram novas plataformas para fazer chover a morte um sobre o outro. Novos trabalhos científicos resultaram em explosivos ainda mais letais, novas táticas tornaram obsoletos os até então métodos ofensivos e máquinas de matar produzidas em massa, fizeram dos soldados ao mesmo tempo, mais poderosos e mais vulneráveis.

*(heliógrafo usado para comunicações, e não o instrumento usado para observar o número de horas de brilho solar, também chamado de heliógrafo. NDT. rusmea.com)

Um trem blindado austríaco na Galícia, por volta de 1915. Adicionar blindagem em trens, remonta à Guerra Civil Americana, quando era uma maneira de transportar com segurança, armas e pessoal através de território hostil.
O interior de um vagão de trem blindado, em Chaplino, Dnipropetrovs'ka Oblast, Ucrânia, na primavera de 1918. Ao menos nove metralhadoras pesadas são visíveis, assim como muitas caixas de munição.
Um esquadrão alemão de comunicações atrás da frente ocidental, usando um gerador de energia movido a pedal de bicicleta dupla fixa, para alimentar uma estação de rádio em setembro de 1917.
Avanço aliado em Bapaume, França, por volta de 1917. À esquerda, dois tanques se movem, seguidos por tropas. Em primeiro plano, alguns soldados estão sentados e de pé na beira da estrada. Um deles parece estar tomando uma bebida. Ao lado dos homens está o que parece ser uma cruz de madeira áspera com um chapéu de serviço da Austrália ou Nova Zelândia sobre ela. Ao fundo outras tropas estão avançando, movendo canhões e morteiros.
Soldado em uma motocicleta Harley-Davidson dos EUA, por volta de 1918. Durante os últimos anos da guerra, os Estados Unidos implantaram mais de 20 mil motocicletas Indians e Harley-Davidson no exterior. (Confira aqui no rusmea.com: Rikuo - a Harley-Davidson fabricada por farmacêuticos)
Tanques Mark A Whippet britânicos avançam passado ao lado do corpo de um soldado morto, movendo-se para um ataque ao longo de uma estrada perto de Achiet-le-Petit, França, em 22 de agosto de 1918. Os Whippets eram mais rápidos e mais leves do que os tanques pesados ​​britânicos previamente implantados.


https://lh5.googleusercontent.com/-rO2_soCd9RI/U2_PYMJCONI/AAAAAAABGT8/B8OIAqcDaa0/w642-h437-no/rusmea.com-primeira+guerra+mundial+tecnologia+%25288%2529.jpg


Um soldado alemão esfrega cápsulas enormes para os SK L/45 de 38 centímetros, ou  "Langer Max", um canhão de disparo rápido instalado sobre um veículo ferroviário, por volta de 1918. O Langer Max foi projetado originalmente como uma arma de guerra, depois foi montado sobre vagões blindados. Um dos muitos tipos de artilharia ferroviária utilizadas por ambos lados durante a guerra. O Langer Max podia disparar projéteis explosivos de 750 kg (1.650 £) à uma distância de até 34 quilômetros e 200 metros (37.400 yd).
Infantaria alemã da Infanterie-Regiment Vogel von Falkenstein Nr.56, adotam uma posição de combate em uma trincheira de comunicação em algum lugar da Frente Ocidental. Os dois soldados estão usando máscaras de gás e capacetes Stahlhelm, com chapas anexadas na parte da testa chamadas de stirnpanzers. O stirnpanzer era uma chapa de aço pesada usada como proteção adicional para atiradores de elite e grupos de incursões em trincheiras, onde colocar a cabeça acima do solo para dar uma olhada, poderia ser letal.
Uma árvore falsa britânica, um tipo de posto de observação disfarçado utilizado por ambos os lados.
Tropas turcas usam um heliógrafo em Huj, perto da cidade de aza, em 1917. Um heliógrafo é um telégrafo solar sem fio, que sinaliza por flashes de luz do sol, geralmente usando o código Morse, refletido por um espelho.
Um veículo experimental da Cruz Vermelha projetado para proteger os feridos, enquanto eram recolhidos das trincheiras durante a Primeira Guerra Mundial, por volta de 1915. As rodas estreitas e a altura baixa provavelmente fariam este projeto ineficaz na paisagem caótica e barrenta da linha de frente.
Soldados dos Estados Unidos em uma trincheira colocando máscaras de gás. Atrás deles, um foguete sinalizador aparece em pleno lançamento. Quando eram detectados ataques com gás, alarmes soavam incluindo gongos e foguetes de sinalização.
Uma máquina alemã para escavação de trincheiras em desuso, em 8 de janeiro de 1918. A maior parte dos milhares de quilômetros de trincheiras foram escavadas manualmente, mas algumas tiveram assistência mecânica.
Um soldado alemão segura o auscultador de um telefone de campanha no ouvido. Como dois outros carregam um carretel de fio, presumivelmente eles desenrolavam enquanto avançavam pelo campo.
Um tanque A7V alemão é transportado em um carro de ferrovia na Frente Ocidental. Menos de uma centena de A7Vs foram produzidos, os únicos tanques fabricados pela Alemanha que foram utilizados na guerra. No entanto, as tropas alemãs conseguiram capturar e fazer uso de um bom número de tanques aliados.
Camuflagem de cavalos falsos, permitiam que atiradores se escondessem na terra de ninguém.
Mulheres trabalhando no Departamento de soldagem da Lincoln Motor Co., em Detroit, Michigan, Califórnia em 1918.
Um duelo entre tanque e lança-chamas, na beira de uma aldeia, por volta de 1918.
Tanques abandonados se encontram espalhados sobre um caótico campo de batalha em Clapham Junction, Ypres, Bélgica, por volta de 1918.
Um soldado alemão segura uma câmera de pé na frente de um tanque Mark IV (tanque "Fêmea")** britânico destruído e dos cadáveres queimados de sua tripulação em 1917.


https://lh5.googleusercontent.com/-Ch9s5UcDxbg/U2_PMYETNfI/AAAAAAABGQQ/hxEKOgqxLzc/w642-h417-no/rusmea.com-primeira+guerra+mundial+tecnologia+%252822%2529.jpg

**(Os primeiros tanques eram conhecidos como Mark I, após os projetos subsequentes serem introduzidos. O Mark era armado com dois canhões de 6 libras e três metralhadoras Hotchkiss de oito milímetros e eram chamados de tanques "machos" (Do original "Male"), e aqueles com quatro metralhadoras Vickers e uma Hotchkiss, eram chamados de tanques "Fêmeas" (Do original "Female"). É creditado a Ernest Dunlop Swinton, como sendo o inventor dos termos. NDT. rusmea.com)

Máscaras de gás em uso na Mesopotâmia em 1918.
Americanos instalando uma arma de 37 milímetros francesa conhecida como "one-pounder", na beirada de uma trincheira de segunda linha em Dieffmattch, Alsácia, França, onde o seu comando, a Infantaria 126, estava alocada em 26 de junho de 1918.
Tropas americanas a bordo de tanques Renault FT-17 franceses, indo para a linha de frente na Floresta de Argonne, França, em 26 de setembro de 1918.
O uniforme de um aviador alemão é equipado com máscara eletricamente aquecida, colete e botas de pele. Voar com cockpits abertos significava enfrentar condições de temperatura abaixo de zero.
Tanque britânico Mark V, aparentemente pintado com camuflagem, ladeado por soldados de infantaria, mulas e cavalos, por volta de 1918.
Um esquadrão de artilharia turca em Harcira, em 1917. Tropas turcas com um obus leve de campo alemão de 105 milímetros,  leichte FeldHaubitze "light field howitzer" M98/09.
Guarda Irlandesa se alinha com máscaras de gás em Somme, em setembro de 1916.
O tanque movido a gasolina e eletricidade Holt, o primeiro tanque norte-americano em 1917. O Holt não foi além da fase de protótipo, provando ser muito pesado e com desenho ineficiente. (Possuía um motor Holt a gasolina e dois motores elétricos GE. NDT. rusmea.com)
No lugar onde uma ponte de aço foi destruída, uma ponte provisória de madeira foi construída no local. Note que um tanque Inglês que caiu no rio quando a ponte anterior foi demolida, agora serve como parte da fundação da nova ponte sobre o rio Escalda em Masnières.
Escritório de telegrafia, sala 15, no Elysee Palace Hotel em Paris, França, com o Major R.P. Wheat no comando em 04 de setembro de 1918.
Oficiais alemães com um carro blindado na Ucrânia, Primavera de 1918.
Um membro não identificado do esquadrão australiano 69, mais tarde designado como corpo australiano de voo No. 3, fixa bombas incendiárias à uma aeronave RE8 no aeródromo AFC no noroeste de Arras. Todo o esquadrão estava operando a partir de Savy (perto de Arras) em 22 de Outubro de 1917, tendo chegado lá no dia 9 de setembro, depois de cruzarem o canal do Reino Unido.
Sete ou oito equipes de metralhadoras estão prontas para saírem em uma acometida na França, por volta de 1918. Cada equipe é composta por dois homens, o piloto em uma moto e o artilheiro sentado em um sidecar blindado.
Tropas da Nova Zelândia e um tanque "Jumping Jennie" em uma trincheira em Gommecourt Wood, França, em 10 de agosto de 1918.
Uma coluna alemã olha para um veículo anti-aéreo inglês destruído, corpos, cintas de metralhadoras vazias e caixas de munições jazem espalhadas.
https://lh5.googleusercontent.com/-jpVIP_ps_Rg/U2_PR1oLa9I/AAAAAAABGSI/d9Zh0YSWeLc/w642-h411-no/rusmea.com-primeira+guerra+mundial+tecnologia+%252837%2529.jpg

Soldados norte-americanos em formação, prestes a entrar em uma trincheira com gás lacrimogêneo em Camp Dix, Nova Jersey, por volta de 1918.
Tropas alemãs carregam projetores de gás. 
Tentando explorar uma brecha nas leis internacionais contra o uso de gás na guerra, alguns oficiais alemães observaram que apenas projéteis de gás parecia estar especificamente proibidos e que não havia nenhuma proibição contra simplesmente vaporizar armas químicas mortais e deixar que o vento se encarregasse de levá-las ao inimigo.
Frente de Flanders. Ataque com gás em setembro de 1917.
Vigias franceses a postos em uma trincheira coberta de arame farpado. O uso de arame farpado na guerra era recente, tendo apenas sido usado pela primeira vez de forma limitada durante a Guerra Hispano-Americana. Todos os lados na Primeira Guerra Mundial usaram extensas redes de arame enredado, para impedir que tropas terrestres avançassem. A eficácia do arame farpado impulsionou o desenvolvimento de tecnologias como o tanque e de granadas explosivas preparadas para detonarem no instante em que o arame fosse tocado.
Equipe de fotógrafos americanos e franceses na França em 1917.
Um gigantesco canhão alemão capturado em uma aldeia atrás de Udine, Itália, em novembro de 1917.
Frente Ocidental, Flammenwerfers (lança-chamas) em uso.
Um tanque britânico Mark IV, capturado e re-pintado por alemães, jaz abandonado em um pequeno bosque.
Um paciente é examinado em um laboratório móvel de radiologia**, pertencente ao Exército francês, por volta de 1914."
**(O aparelho portátil de Raios-X "Sánchez", criado pelo espanhol Mónico Sánchez Moreno, foi uma autêntica revolução dentro das aplicações da eletricidade na medicina, já que o equipamento era montado e posto em funcionamento em menos de 5 minutos.
O aparelho era transportado em uma caixa, como uma pequena mala de mão, cujas dimensões eram de 22cm x 22cm x 46cm, com um peso aproximado de 8 kg.

Não precisava de instalação e bastava apenas ligá-lo à uma rede elétrica.
Foi tal o sucesso que a França, na Primeira Guerra Mundial, dotou a sessenta de suas ambulâncias com o aparelho portátil e distribuiu outras dezenas nas frentes de combate. Apesar de que a tecnologia avançou muitíssimo nessa área, esse aparelho foi utilizado até poucos anos atrás por numerosos serviços médicos rurais. Este que vos escreve, rusmea.com, não pode afirmar que o aparelho ao lado do carro da imagem acima, seja realmente um modelo "Sanchez", mesmo assim, esta nota vale como mais uma curiosidade de guerra. NDT.rusmea.com)

Abrax

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4 comentários:

joao moreyra disse...

excelente canal!!parabéns.

Rafael Henrique disse...

Parabéns,eu não achei site melhor pra me mostrar um pouco de Battlefield 1 do que este !!! Vlw

Unknown disse...

Nossa,ótimas imagens. Primeira vez que vejo um site com tantas fotos e suas descrições.

Anônimo disse...

CREISI MEN