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terça-feira, maio 13

Pilhas de ossos de baleias na estação abandonada de Svalbard

Fonte
Cupinchas!
A ilha de Spitsbergen, a maior e única ilha permanentemente povoada do arquipélago de Svalbard, na Noruega, foi o local de uma extensa caça às baleias beluga que começou no século 17 e continuou inabalável até o século 20 e, somente em 1961, o governo começou a proteger as espécies...

Continua adaptação:


A maioria das estações baleeiras estavam localizadas em Van Keulenfjorden, um fiorde longo de 30 km, na costa oeste de Spitsbergen. Ao longo de promontórios, praias, baías e por todo o caminho até Bamsebu em Ingebrigtsenbukta, é possível encontrar restos dos abates em grande escala que ocorreram ali. O mais impressionante, é a faixa branca longa perto da praia, onde milhares de ossos de baleias beluga estão empilhados.

A beluga é uma baleia de tamanho médio que vive principalmente no Ártico. Sua cor branca é também a fonte de seu nome, que vem da palavra russa "branco". As belugas foram caçadas por sua carne, gordura e pele, e a caça foi realizada ao longo dos séculos, já que eram presa fácil para os caçadores devido aos seus padrões de migração previsíveis e a densidade populacional elevada em estuários e zonas costeiras vizinhas durante os meses de verão.

Por volta de 1930 Ingvald Svendsen estabeleceu uma estação baleeira em Ingebrigtsenbukta, que agora é conhecida como Bamsebu. A base foi construída com a finalidade exclusiva de caça à baleia beluga e é o único exemplo remanescente de tal estação em Svalbard. A estação é composta por uma construção principal que servia de alojamento, dois pequenos barracos, três barcos na praia e alguns equipamentos de caça, para não mencionar todos os ossos.

Há uma construção chamada Kjeftausa que é um barco a remos emborcado com um aterro de turfas a sudeste de Bamsebu. Provavelmente foi usado como depósito de alimentos, mas hoje a construção é um monumento à engenhosidade e reutilização.

Estima-se que as pilhas de ossos de baleias na praia, contenham os restos mortais de 550 belugas. Esses ossos e os barcos próximos são designados como bens culturais e como tais, são protegidos e não podem ser tocados ou removidos.









Precisaram matar tudo isso e muito mais durante séculos, para concluírem que era hora de parar e hoje valorizam os ossos como patrimônio cultural...  

Abrax

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2 comentários:

Adlei Brex disse...

Rusmea Rusvalino Meadrado: Eu não acho sem sentido. História é história, tem que ser preservada e lembrada por dois motivos: Primeiro, perseverar nos acertos. Segundo, evitar os erros do passado. Se conseguimos olhar um lugar desses e sentir vergonha do que fomos, é um sinal que evoluímos. Por isso deve ser mantido sim. Por falar nisso tem notícias do OMR? Abraço!

Rus mea disse...


Vendo por esse prisma, Adlei, tu tens razão^^

Quanto ao OMR, eu estou postando lá sempre que posso...(Umas 2 vezes por semana, o tempo anda curto...)
A Ana está de "férias" (mas logo eu convenço ela a voltarXD)

O Silvio está tratando de casos criminais/policiais no momento, mas não tenho dúvida de que em breve ele estará de volta:)

Arigatou pelo comment^^

Abrax^^