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quarta-feira, maio 15

Screaming Skulls - as caveiras gritantes do Reino Unido

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Cupinchas! Riso For 
N-na-não sei nem como comentar sobre este assunto! Riso For 
Eu morro de medo só em imaginar uma caveira dessas gritando, segundo essas lendas do Reino Unido Riso For

Segue adaptação:


"Dentre todas as histórias estranhas que circulam no Reino Unido algumas das mais chamativas fazem referência a supostos crânios malditos que, entre outras coisas, atraem a má sorte a seus proprietários. São conhecidas como screaming skulls (caveiras gritantes) e nesta matéria lhes contamos as misteriosas lendas que as rodeiam.

Imagem ilustrativa

A crença na existência de fantasmas encontra-se presente a todas as sociedades da Terra e em todas as épocas e está unida intrinsecamente ao fenômeno universal da religião e à convicção de que dentro de nós existe um fragmento de substância divina indestrutível que não desaparece depois da morte. As lendas, os contos, os rumores e o folclore dão depoimento disso desde os primeiros escritos sumérios e egípcios e refletem o interesse que os seres humanos têm tido sempre pelo que sucede no além túmulo, por esses milhões de 'espíritos' que não têm sido aniquilados ainda que se tenham feito invisíveis para os mortais, que ainda vêem, ouvem e percebem só por meio de seus imperfeitos órgãos dos sentidos.


Naturalmente, os detalhes variam dependendo do tempo e da sociedade, mas, em geral, estas tradicionais histórias sobrenaturais, costumam ser regidas por estritas convenções narrativas. É inquietante e surpreendente a similitude existente entre as histórias chinesas de fantasmas e as ocidentais ou entre os fantasmas da Grécia antiga e os da novela gótica do século XIX, por exemplo. O fantasma adverte sobre perigos iminentes que espreitam a seus entes queridos, demanda deles preces ou uma lembrança mais vívida, exige vingança ou simplesmente vaga pelo universo material de suas antigas posses vestindo suas indumentarias de costume e enchendo de temor o coração de quem cruze em seu caminho. No entanto, existem umas curiosas histórias de fantasmas que parecem ser quase exclusivas de Grã-Bretanha.

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Gemidos de além túmulo

Uma caveira gritante é um crânio humano de origem incerto que supostamente provoca desgraças, fenômenos do tipo poltergeist e que, sobretudo (e a isso deve seu nome), 'gritam' quando é deslocada do lugar que ocupa em uma mansão. Como chegou o crânio a este lugar costuma ser objeto de pitorescas histórias, que também explicam por que a caveira não deseja ser enterrada. A mais famosa é uma que reside em Bettiscombe Manor (Dorset, Reino Unido).

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A tradição inclui várias versões sobre ela. Uma dessas afirma que em 1685 o proprietário da casa era um homem chamado Azariah Pinney que participou na Rebelião de Monmouth para derrubar o rei Jaime II. Após a falha da revolta, Pinney foi exilado à ilha de Nevis, uma colônia britânica nas Antilhas. Ali converteu-se em um próspero homem de negócios graças à cana de açúcar. Quando faleceu, em 1720, deixou tudo a seu neto, John Frederick Pinney, que se criou em Bettiscombe. No entanto, quando este viajou a Nevis se mostrou horrorizado pelo sistema de escravatura estabelecido nas plantações e cedeu sua herança a seu primo, John Pretor.

Screaming skull de Bettiscombe Manor, atribuída à um escravo antilhano. No quadro que está por trás dela vemos a John Pinney, quem, segundo a lenda, a levou consigo para a Grã-Bretanha

John Frederick regressou a Grã-Bretanha e trouxe consigo a um escravo negro que antes de empreender a viagem lhe tinha feito jurar que ia lhe dar sepultura em sua terra natal. O escravo faleceu, mas Pinney faltou a sua palavra e enterrou-o no cemitério de Bettiscombe. A partir de então e durante várias semanas o sono dos moradores da mansão viu-se perturbado por queixumes, gritos e golpes. Pinney exumou o cadáver e depositou-o no sótão. A partir de então cessou toda a atividade paranormal. Não se sabe por que, mas depois de vários anos dos restos do escravo, só se conservava seu caveira, desprovida da mandíbula.


Em The Realm of Ghosts (1964), Eric Maple registrou diferentes histórias a respeito desta caveira. Dizia-se que nas diversas ocasiões em que haviam tentado retirá-la da mansão, a comarca inteira tinha sofrido terríveis consequências: Uma tormenta arrasou as colheitas ou o gado adoeceu e morreu. Inclusive alguns dos proprietários da mansão haviam falecido pouco depois de tentarem se desfazer dela.


Um deles a tinha enterrado a vários metros de profundidade só para descobrir na manhã seguinte que o crânio tinha saído de sua tumba e esperava ser devolvido à casa.
Por outra parte, uma ama de chaves comentou a um visitante em 1847 que a caveira protegia a casa dos maus espíritos. Maple entrevistou a um indivíduo que recordava que quando menino tinha ouvido 'os gritos da caveira que guardavam no ático, que eram mais bem, gritos como os de um rato preso'.



Este depoimento era um pouco desconcertante, pois até esse momento a crença geral era que o crânio só gritava quando o tiravam da casa. Outros habitantes do lugar mencionavam uma espécie de 'chocalho' procedente do sótão onde 'eles' (cuja identidade se deixava à imaginação do ouvinte) pareciam estar jogando boliche com a caveira.


No fundo do fosso

Na casa de Wardley Hall, no condado de Leicester, conserva-se a caveira do pai Ambrose Barlow, sacerdote católico executado em 1641 por traição à Coroa. Foi decapitado e sua cabeça permaneceu exposta em uma estaca na igreja de Manchester. Francis Downes, um devoto católico, comprou-a e manteve-a oculta na casa por temor a que se descobrissem suas crenças. Escondeu-a tão bem que não foi encontrada até meados do século 18 por Matthew Moreton, então proprietário da mansão. Um de seus criados, achando que pertencia a um animal, a jogou em um fosso cheio d'água.

Crânio de Ambrose Barlow
Então desatou-se uma terrível tormenta e quando o proprietário da casa foi informado pelo criado do que tinha feito, atribuiu a tempestade a cólera da caveira, pelo que drenou o fosso e voltou a levá-la à casa. A tradição conta que sempre que se tentou lhe dar sepultura, as terras e as propriedades da mansão têm sofrido danos. Além disso, parece ser indestrutível, pois apesar de ter sido queimada e inclusive quebrada em mil pedaços, sempre é encontrada no dia seguinte no vestíbulo, intacta e mostrando seu eterno sorriso zombeteiro.
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Burton Agnes Hall…e a caveira de Anne Griffith

Burton Agnes Hall, no condado de York, alberga o crânio de Anne Griffith. A tradição diz que Anne e suas duas irmãs encarregaram a construção da casa no século 16. Antes de que fosse acabada, Anne foi atacada por um grupo de salteadores enquanto passeava pelas imediações do lugar. Em consequência das feridas recebidas, faleceu cinco dias mais tarde, não sem antes expressar seu desejo de que sua caveira se conservasse entre os muros da mansão para a poder ver concluída.


Mas suas irmãs deram sepultura ao cadáver. Então começaram a produzir-se misteriosos ruídos. Suas irmãs exumaram o corpo e surpreenderam-se muito ao ver que o crânio estava completamente descarnado e separado do corpo, apesar do pouco tempo decorrido desde o enterro. E parecia sorrir… A caveira foi depositada na casa, mas anos depois, quando foi herdada pela família Bonynton, esta decidiu se desfazer dela e a enterraram. Cedo os terríveis gemidos fizeram-lhes desistir de sua ideia. Um proprietário posterior decidiu cimentá-la em uma parede, pelo que se desconhece sua localização atual. Também dizem que o fantasma de Anne aparece a cada aniversário de sua morte.

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Um juiz de Paz com o nome de Myles Philipson que era proprietário de Calgarth Hall, em Cumbria queria a terra que era propriedade de um casal local para adicionar à sua já vasta propriedade. No entanto, eles se recusaram a vender. Determinado a conseguir a terra por qualquer meio necessário, ele os convidou para uma refeição no dia de Natal dizendo que ele não queria mais a terra e queria mostrar que não tinha ressentimentos. Enquanto eles estavam apreciando a refeição, uma taça de prata foi escondida neles.(Suponho que na casa deles. NDT) No dia seguinte, os soldados chegaram a sua fazenda e pediram para revistar sua humilde casa. Claro que o copo foi encontrado e eles foram presos.


Houve um julgamento, mas como Philipson era o juiz do caso, o resultado foi inevitável. O casal foi considerado culpado e condenado à forca.
No cadafalso, a mulher lançou uma terrível maldição sobre a família Philipson.
Logo após a morte do casal, dois crânios misteriosamente apareceram no Hall. E todas as noites, eram ouvidos gritos terríveis. Muitas tentativas foram feitas para eliminar os crânios, mas, independentemente do método usado, as caveiras sempre encontravam o seu caminho de volta ao Hall.
Philipson, nunca prosperou. Ele perdeu todo o seu dinheiro e a sua saúde. Após sua morte, a Câmara passou para a propriedade de sua família e tudo ficou em silêncio. Os crânios gritantes acabaram emparedados em algum lugar no Salão, onde permanecem até hoje.


Um crânio relutante a ser enterrado, conserva-se em Higher Farm, em Chilton Cantelo, condado de Somerset. É atribuída a um tal Teophilus Broome, falecido em 1670, após expressar seu desejo de que seu crânio fosse conservado na granja. Todas as tentativas de sepultá-la, deram lugar a 'terríveis sons, indicativos de profundo desgosto', segundo reza em uma inscrição da lápide mortuária.


Dickie: O 'cão de guarda' chorão

Tunstead Farm, perto de Chapel-en-le-Frith, no condado de Derbyshire, guarda entre seus muros uma caveira conhecida pelo nome masculino de Dickie. Um nome estranho, pois a tradição afirma que pertenceu a uma mulher que foi assassinada dentro da casa. Antes de morrer, ela deixou dito que queria os seus restos mortais repousando para sempre em seu interior.


Com os anos, o esqueleto foi perdendo-se até que só ficou o crânio. Diz-se que Dickie emite gritos não só quando a tiram de casa, senão também quando chegam estranhos, quando adoece algum animal ou quando alguém da família vai morrer. Em certa ocasião foi roubada e levada a Disley e os ladrões tiveram que suportar tal quantidade de gritos e estrepitosos ruídos que não lhes sobrou mais remédio que devolve-la a seu lar.

Uma hipótese: 

No livro O despertar dos mágicos (1960) de Louis Pauwels e Jacques Bergier, faz-se eco de uma pergunta proposta por Charles Fort, o colecionador de fatos curiosos:

'Neste momento tenho um exemplar de mariposa particularmente ruidosa: uma esfinge de caveira. Grita como um rato e o som me parece vogal. Diz-se que a borboleta Kalima, semelhante a uma folha, imita às folhas mortas. Mas a mariposa de caveira imitaria talvez às ossamentas?'. 

Fort referia-se à Acherontia atropos, uma espécie de borboleta noturna que apresenta no tórax um desenho que se assemelha a um crânio humano e que saltou à fama graças ao filme o silêncio dos inocentes (Jonathan Demme, 1981). Com um tamanho considerável, de 9 a 12 cm no caso das fêmeas, emite um zumbido agudo ao ser molestada.

Um exemplar de “Acherontia atropos”, também chamada de “mariposa da morte” devido ao desenho que apresenta em seu tórax.

Fort se perguntava se essa mariposa teria chegado a desenvolver uma camuflagem perfeita e se realmente imitava a algo.
Algo capaz de aterrorizar ao mais implacável dos seus predadores. Sem dúvida, Fort pensava neste elemento fantasmagórico confinado em caveiras e as brumas britânicas criando lendas como essas..."

Vaaaaaai pra luz!!! Riso For Pra luz!!! Riso For

Abrax



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2 comentários:

Anônimo disse...

nossa..ke coisa terrível e medonha a história dssas caveiras.. ONDE COMPRA? kkk

Rusmea R. M. disse...


Hehe^^

Acho que deve ter algo parecido para vender no museu do Vodu de Nova Orleans:

http://www.rusmea.com/2013/09/o-museu-do-vodu-de-new-orleans.html

Abrax^^