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segunda-feira, maio 13

Las pozas de Xilitla - um jardim na selva

Fonte Fonte Fonte 


Cupinchas! Riso For 
Olhem só que maneiro este jardim encantado no meio da selva! Riso For 
Que...Eu acho lindo só por imagens! Riso For
Já que fico cabreiro com florestas tropicais cheias de mosquitos...Riso For 
Lembrando que aqui em Rio Preto, está de um jeito que se tu corre a dengue pega se tu fica o mosquito come! Riso For

Segue adaptação:

"Existe no México um jardim oculto entre a frondosa selva de Sierra Madre Oriental. Um lugar saído da mente surrealista de uma personagem excêntrico e singular que em um belo dia, decidiu fazer realidade as suas delirantes quimeras levantando-as entre palmeiras musgos e cascatas.
Um dos lugares mais insólitos que se podem encontrar em nosso planeta.

Para lhes contar um pouco a história deste lugar, extraio o texto escrito por Natalia Tubau em seu livro 'Guia de arquitetura insólita', obra de leitura obrigatória para todos aqueles amantes desses lugares incríveis.


Edward James na imagem acima


Corredor das Sete Serpentes nas imagens acima e abaixo. Simbolizam os sete pecados capitais que o homem deve vencer.

Quem poderia imaginar que em seu delírio arquitetônico, um cidadão britânico acabaria levantando uma cidade misteriosa no meio da selva mexicana?


O complexo construído por Edward James (1907-1984) parece um vestígio de uma antiga civilização, mas não o é.
Las Pozas de Xilitla ou a Casa do Inglês, deve seu nome à las pozas ou piscinas naturais do terreno, são o resultado do capricho surrealista de um aristocrata com quase tanta fantasia quanto dinheiro.


 O complexo parece nascido da materialização dos antigos gravados de Piranesi, previamente passados pelos quadros de Escher, pela arquitetura pré-colombina e uma pitada de orientalismo. Uma espécie de jardim fantasmagórico e desabitado que emerge no exuberante meio da selva de San Luís de Potosí. Está formado por estranhas construções que recordam a ruínas misteriosas e intrincadas, como se fossem os restos de uma enigmática civilização perdida.

James, provável neto bastardo de Eduardo VII e patrono das artes, financiou durante anos a artistas como Dalí, Picasso, Man Ray, Leonora Carrington, Magritte e Stravinsky.
Descobriu o lugar e concebeu o projeto durante umas férias na selva mexicana. O passo seguinte foi adquirir 30 hectares de terreno, um antigo cafezal, e dedicar mais de duas décadas para fazer realidade o seu alucinado sonho. Segundo suas próprias palavras: 'Construí o santuário para que fosse habitado por minhas ideias e minhas quimeras'.


Levantou colunas que não sustentam nada, escadas que não conduzem a nenhuma parte, portas que se fecham ou abrem no ar, e medidas de pedra com formas caprichosas. Além disso, povoou seu estrambótico paraíso selvagem com animais silvestres em liberdade. Costumava passear nu por suas posses, acompanhado de um grupo de criaturas domésticas. Depois de sua morte, a selva tem iniciado a reconquista do terreno. O musgo e os cipós contribuem também, com sua anárquica e imprevisível maneira, a eboçar com novo aspecto, a obra de James.


Para dar forma a toda aquela fantasia, James contou com a ajuda de três pessoas. A primeira foi Plutarco Gastelum, um índio que com o tempo se converteu em seu amigo, ajudante e administrador, e que sempre se encarregou das questões práticas. Gastelum recrutou a um artesão local, o escultor José Aguilar, que realizou os moldes de madeira a partir dos esquemas do próprio James, que se utilizaram para a moldagem em cimento das estruturas. Esta última fase da tarefa e sua colocação foram supervisionadas por um arquiteto, Carmelo Muñoz Camacho. De forma ocasional, alguns pedreiros nativos foram contratados para colaborar no levantamento das estruturas.


Também fez falta muito dinheiro tanto para adquirir os materiais como para os fazer chegar até o lugar. Segundo alguns cálculos, investiu no projeto entre 5 e 7 milhões de dólares.


Templo de las Dos Columnas na imagem acima, seus rodapés são dois sapatos de astronauta rodeada pelo esqueleto de uma escada helicoidal dividida em três trechos, que são a alegoria das idades do homem: A infância, a juventude e a idade adulta.

A estrutura mais espetacular é chamada de Casa de los Peristilos, concebida por James com a ideia de converter em sua moradia. Tem 9 metros de altura e nunca chegou à ser terminada. Reformada, agora é a residência do novo proprietário, o arquitecto Christopher H. L. Owen, e junto com duas das estruturas secundárias, que se consideram as obras máximas de James, a Casa de las Plantas e a chamada Homenagem a Marx Ernst, faz parte da zona privada, vetada ao público.

 Las manos del gigante,  cuja finalidade é proporcionar paz ao viajante que empreende este percurso com o coração puro e as mãos limpas do pecado.

Sir Edward James definiu sua obra como 'Uma casa que tem asas e na noite canta'. Acho que como ele, não se pode definir melhor o lugar."

Imagens adicionais:



































Difícil de não comparar com a morada dos Elfos do Senhor dos Anéis né? Riso For 

Abrax^^

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2 comentários:

Noite Sinistra disse...

Quantos lugares belos para a gente conhecer neah? Pena que não nasci rico...rsrsrsr

Rusmea R. M. disse...


Realmente, tem lugar que é preciso ir antes de morrer^^'

(Mas como disse acima...Mosquitos? OO' Tô fora!OO')

kkkkkkkkkkkkk^^

Abrax^^