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quarta-feira, maio 22

Huaqueros - os caçadores de relíquias

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Cupinchas! Riso For 
Hoje eu compartilho com vocês um pouco da situação arqueológica e a atuação dos caçadores de relíquias ou dependendo de quem vê, dos ladrones de muerte Riso For 

Segue adaptação:



"No século 16, os conquistadores Espanhóis saquearam e destruíram de forma incontrolável os lugares sagrados (Huaca) dos Inkas em busca de ouro e joias e rendendo aos ladrões conquistadores daquele tempo, o apelido de huaqueros.
Um fato importante que mostra os dois lados desse episódio, segundo fonte, é que a maioria das joias Inkas não eram de ouro puro, o que para o povo Inka lhes parecia que os Espanhóis cometiam esses sacrilégios apenas por maldade, enquanto que por sua vez, os Espanhóis sabendo dessa condição do metal, saqueavam a maior quantidade possível, para purificar e extrair o ouro mais tarde.
Esses arrastões culminaram com a perda de grande parte da cultura Moche.




Huaqueo é o saque de um sítio arqueológico, especialmente no Peru e outros países andinos.
A palavra huaca, em idioma quechua, tem o significado de um lugar sagrado, um templo. No entanto, na atualidade, define aqueles lugares arqueológicos onde se encontram restos de tumbas pre-incaicas ou incaicas.
Da palavra huaca derivou-se o verbo "huaquear", que significa saquear o conteúdo dos restos arqueológicos por pessoas inescrupulosas dedicadas ao comércio ilícito de bens culturais.
Saquear um sítio arqueológico, significa impedir para sempre de rastrear um passado, uma identidade e uma memória cultural que são necessárias para conhecer e compreender as diferenças culturais e para revelar os segredos do passado.



Esses saqueadores por sua vez, são denominados huaqueros. São pessoas que o fazem por tradição familiar ou devido ao grande desemprego e as poucas oportunidades que há no país para as classes menos favorecidas, alguns vendem o produto de suas escavações a colecionadores, joalherias, máfias nacionais e internacionais de compra de objetos artísticos obtidos ilicitamente.
Conhece-se como guaquero ou huaquero na Colômbia , à pessoa que procura os enterros indígenas, também chamados guacas ou huacas, para se beneficiar economicamente de seus achados. Usualmente, seus métodos de escavação são destrutivos, impedindo um estudo arqueológico posterior da tumba saqueada.


A huaquería tem dilapidado amplamente os patrimônios históricos e culturais dos países que tem lugar, gerando um prejuízo geral para a sociedade.
O huaquero baseia suas buscas em métodos arcaicos e, às vezes, ritualísticos. O huaquero tradicional da América latina, é uma pessoa que utiliza suas intuições ao estilo dos Xamãs e põe à serviço da busca de enterros, os seus pretendidos conhecimentos da vida dos espíritos. 
Muitos deles carecem de conhecimentos acadêmicos e históricos, mas com suas condições pessoais e usando métodos como os detectores de metais, pêndulo de radiestesia, varas, etc, dizem chegar com precisão aos objetivos por eles selecionados.


Quando a tumba do Senhor de Sicam foi saqueada, os arqueólogos constataram que 70% do tesouro do Senhor de Sicam, havia sido removido por huaqueros locais, que inclusive reclamaram como sua propriedade os achados e as riquezas ainda não desenterradas e opuseram grande resistência ao ingresso dos acadêmicos.


Segundo os entendidos, anualmente são extraídos ilicitamente e exportados do Peru umas vinte mil peças arqueológicas por ano, o que implica um constante perigo para a preservação do patrimônio cultural. A lei assinala que os bens culturais não descobertos, integram o Patrimônio Cultural da Nação, e os que fossem descobertos em prédios de propriedade privada, são propriedade do Estado, pois se procura proteger o passado comum de todos os peruanos.


O outro lado da moeda...



Em todos os países hispano-americanos, os huaqueros são considerados criminosos e, consequentemente, perseguidos pela polícia. Por outro lado, há aqueles países como Peru, Equador, Bolívia, Colômbia, México, Guatemala, Costa Rica, etc., com uma enorme quantidade de museus privados e coleções com grande prestígio e apoio, não só da população como também dos respectivos governos.


Mas para saber a origem dessas relíquias, os governos nunca fizeram, de fato, pesquisas sistemáticas. E só recentemente universidades locais e estrangeiras começaram a se interessar pelo assunto. É óbvio que essas maravilhosa coleções em museus particulares, só existem graças aos saqueadores.


Suponhamos que os huaqueros nunca tivessem existido. Essas magníficas cerâmicas das culturas Moche, Nazca, Chimu, etc., estariam enterradas e as poucos visíveis, guardadas em museus bolorentos Andinos e universidades mexicanas, acessíveis quase que exclusivamente aos estudiosos.

As imagens a seguir são de um sítio arqueológico encontrado em Lima que não foi violado por Huaqueros, onde foram descobertas Las momias de Pucllana. rusmea.com

Um dos museus privados do Peru, tem um total de 45 mil peças, o que seria suficiente para encher 200 instituições de bom tamanho. Essa coleção, resultou em uma difusão mundial dessas culturas, no auge de sua grandeza. O México, mais evoluído, permite hoje a importação desses objetos sob a Supervisão do estado, mas ainda persegue os saqueadores.



Os barões das artes pré-colombianas atacam os huaqueros dizendo que são maléficos para a reconstituição dos locais arqueológicos e para a identificação das origens das peças, que são vendidas sem essas informações. Ora, se os huaqueros fossem fazer esse serviço, para que é que precisaríamos de arqueólogos?"











Abrax



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