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domingo, maio 19

Chiloé - as palafitas coloridas de Castro

Fonte Fonte Fonte


Cupinchas! Riso For 
Olhem só que charme esta cidade com suas palafitas coloridas no Chile, sua história e seu incidente com piratas Riso For (Na verdade, um corsário Riso For)
Compartilho com vocês um pouco de Santiado del Castro Riso For

Segue adaptação:


Castro é uma comuna chilena da província de Chiloé, na Décima Região dos Lagos, no Arquipélago de Chiloé, Chile.
Sua capital é a cidade homônima, localizada a 1.214 km de Santiago. A superfície da comuna é de 473 km² e a população total, segundo o Censo realizado no ano 2012, era de 43.460 habitantes, dos quais ao redor de 80% vivia na cidade de Castro.
A comuna é formada por uma estreita faixa de terra na Ilha Grande de Chiloé, entre as comunas de Dalcahue e Chonchi, e por duas ilhas menores. Na desabitada costa voltada para o Oceano Pacífico esta faixa tem uns 4,5 km de largura e seus limites são o rio Anay no norte e o Cole-cole no sul.


Castro é a terceira cidade mais antiga de Chile. Os conquistadores espanhóis tomaram posse do arquipélago em 1567 e no setor chamado Quiquillue "Lugar onde abundam as samambaias costela de vaca", chamado assim pelo povo nativo huilliche, decidiram fundar a capital, devido a que era um lugar fácil de defender e contava com abundância de água, além de pequenas quantidades de ouro arrastados pelo rio.


O fundador foi Martín Ruiz de Gamboa, quem batizou ao rio com seu sobrenome e à futura cidade chamou-a de Santiago de Castro, em honra ao apóstolo Santiago e ao Vice-rei interino do Peru, Lope García de Castro. Conforme o costume, realizou-se uma partilha de terrenos a indígenas em Encomiendas e dividiu-se a nova cidade em quarteirões ou plano de damero. Em 1594 Castro tinha 8000 habitantes.




O corsário holandês Baltazar de Cordes conseguiu apoderar-se de Castro em abril de 1600 com a ajuda de alguns indígenas.
Os holandeses receberam auxilio dos huilliches e pactuaram com eles uma aliança para tomar Castro e acabar com os espanhóis. Mediante o ardil de se passarem por comerciantes pacíficos e que eles desejavam ajudar a repelir um cedo ataque dos indígenas, assim Cordes se ganhou a confiança das autoridades de Castro e conseguiu que a população da cidade se encerrasse na igreja. Uma vez chegados os huilliches, matou os chefes da cidade e também aos homens espanhóis e construiu um forte improvisado.


Nesse momento, teve conhecimento da chegada de corsários a Chiloé, o coronel Dom Francisco del Campo, quem se apressava para iniciar os planos de uma re-população de Valdivia , a que tinha sido atacada pelo levantamento indígena iniciado no desastre de Curalaba. Assim, ante o temor de que estes estrangeiros pudessem se unir aos indígenas alçados, e lhes prestar uma imensa ajuda, del Campo decidiu imediatamente pôr-se em marcha ao sul.
Depois, quando este forte foi retomado pelo contingente espanhol, o corsário Cordes fugiu por mar e esteve várias vezes a ponto de ser capturado. Finalmente, o prenderam as autoridades do Callao, Peru.





Na comuna existem quatro igrejas que foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco, a de Castro, a de Rilán , a de Nercón e a de Chelín. Outros templos da chamada escola chilota de arquitetura religiosa em madeira são o de San Miguel na ilha de Quehui e o que existia em Quilquico e foi demolido por causa do deterioro de sua estrutura.



Em dois setores da cidade há palafitas, casas construídas sobre colunas de madeira na ribeira, sobre o mar, cujas imagens que rodam pela rede, são um dos cartões postais de Castro. As casas ribeirinhas são construídas sob palafitas pois há uma grande diferença entre as marés alta e baixa.



As que ainda se mantêm em pé, se encontram atualmente nos setores Pedro Montt e Gamboa. Antigamente existiam muitas outros no setor de Pedro Aguirre Porca, mas resultaram destruídas pelo terremoto e maremoto de maio de 1960. Os estaleiros às orlas do Fiorde de Castro oferecem uma vista panorâmica das palafitas de gamboa.


O Parque Municipal localiza-se na parte alta da cidade, nele se celebra todos os verões o Festival tradicionalista de Chiloé, o maior do seu tipo no sul do Chile. Nesse parque há setores para comer, onde unidades vicinais colocam postos de venda de comidas típicas e mostras artesanais locais. Além disso, em dito recinto, celebra-se a Feira da Biodiversidade, que oferece mostras de produtos agrícolas, como por exemplo, as diferentes variedades de batatas existentes e cultivadas no arquipélago.


O pequeno parque Plazuela del tren, foi plantado sobre o terreno da antiga estação que foi destruída no terremoto de 1960. Uma antiga locomotiva e outros objctos que se referem à história da linha ferroviária fundada em 1912 entre Castro e Ancud estão expostos ali.




Para chegar a Ilha Grande de Chiloé e suas cidades é preciso cruzar o canal de chacao por meio de balsa da ribeira em Pargua até a outra orla em Chacao. Funcionam 24 horas, e já desde o começo a visita à Ilha é maravilhosa, já que seu trajeto ao cruzar o canal chacao é muito plácido, e recomendado avistar do convés do ferry a outra orla.





 






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