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quarta-feira, fevereiro 13

Tuol Sleng - e o mapa de crânios do Camboja

Fonte Fonte Fonte Fonte 


Honoráveis cupinchas...Riso For 
Compartilho estas informações com a mesma intenção que o autor da matéria original.
O autor da matéria usa o nick Umekin. Eu lembro mais ou menos dele aparecendo na televisão Japonesa.  Umekin já viajou 52 vezes por 16 países, visitando lugares turísticos com a intenção de conhecer pessoas e cidades.
E nos brinda com uma visita ao Museu do Genocídio do Camboja.

Segue:

"Na verdade, eu já havia subido as imagens do museu do genocídio de Tuol Sleng em Phnom Penh, capital do Camboja porém, suprimi as imagens cruéis. 
Entretanto, foi algo que aconteceu na vida real. Dedicando toda a minha intenção de que isso não se repita, e pensando que é muito importante divulgar esse material, hoje eu coloco algumas imagens feias nesta postagem atualizada.

Assim como na outra vez que visitei o museu, eu caminhei por 40 minutos até o local, partindo do mercado central.


Durante o regime de Pol Pot, a escola secundária Tuol Svay Prey, foi transformado na Unidade de Aprisionamento e Interrogatório S-21, ou Tuol Sleng, ou Montanha das Árvores Venenosas em Khmer.
Qualquer suspeita era motivo para ser trazido a este centro de torturas. Famílias com crianças eram torturadas e massacradas. O local era temido pelos cambojanos.

Dos 20 mil prisioneiros desta prisão, apenas 8 pessoas sobreviveram. O museu foi fundado para mostrar todo esse terror dos crimes de guerra, colocando em exposição, tudo como era na época do regime, as celas onde os presos eram trancafiados em grupo, as camas usadas em torturas, etc. 


Logo na entrada do edifício A, a esquerda, há uma sala de interrogatório. A imagem acima mostra uma cama que foi deixada em exposição, cama esta em que amarravam o prisioneiro. 
Há várias salas desse tipo no edifício.


Fotos desses momentos de tortura estão em amostra.


Dessa forma como mostra a imagem acima, o prisioneiro era interrogado. 
Esta prisão só foi descoberta após as tropas do Khmer Vermelho se retirarem. 
Acredita-se que estas fotos sejam dos prisioneiros que morreram nessa prisão.


No edifício B, estão expostas uma enorme quantidade de fotos como mostra a imagem acima. As execuções eram feitas nos campos da morte, a 12 quilômetros da prisão, porém muitas pessoas dessas fotos morreram nas salas de tortura. 


Estas fotos de crianças inicialmente parecem ser das famílias das vítimas presas nesta prisão, no entanto, não há placas de numeração nas fotos, acredita-se que sejam crianças carcereiras do complexo na época. 


As roupas que os prisioneiros vestiam


Inicialmente executavam as pessoas no prédio e os corpos eram enterrados nos fundos, mais tarde, as execuções foram transferidas para o campo da morte. Imagem acima e abaixo.


Nesse campo, estão em exposição os ossos de 9000 pessoas.


O edifício C é todo rodeado por telas como mostra a imagem acima, deixadas como na época.


As celas individuais. Para que as paredes de tijolos não caiam, foram fixadas barras de ferro.


Se percebe que as celas foram adaptadas no que antes era um colégio.


As celas são muito apertadas. As necessidades fisiológicas dos presos eram feitas em caixas como a da imagem acima.


Aqui as celas adaptadas de madeira. Muito apertadas, talvez não tendo nem o espaço de um tatami


Ferramentas de tortura. Os desenhos mostram como eram torturados os prisioneiros.


Restaram muitas ferramentas de tortura por água no prédio, mas sabe-se que utilizaram máquinas de tortura por eletricidade em grande quantidade.

O desenho acima mostra como eram as torturas. A estrutura de madeira a direita da imagem, ainda está no pátio do museu.


Celas conjuntas


O desenho acima mostra como as pessoas eram aprisionadas nas celas conjuntas

Na esquerda da imagem em uma cristaleira, estão os ossos de executados. 
Antes havia nessa parede a direita, um mapa do Camboja feito com crânios. Devido a polêmica, ele foi removido, desmontado e os crânios foram guardados nessa cristaleira. 
No lugar resta uma foto desse tétrico mapa.


Zoom do mapa


Foto que o autor da matéria fez desse mapa no ano 2000


Zoom da cristaleira da esquerda


As forças de Pol Pot obrigaram os moradores de Phnom Pen a viver na zona rural, transformando a capital em uma cidade fantasma por um bom tempo. Até a liberação da cidade pelo exército Vietnamita em 1979, toda essa realidade sobre este campo de concentração, foi mantida em segredo do resto do mundo.


Após a descoberta, o mundo veio a saber através dos Vietnamitas.
Inicialmente como propaganda política, mas logo em seguida foi apresentado ao mundo como o museu do genocídio.
Atualmente o museu é mantido praticamente como era na sua inauguração. 


Não se trata de algo antigo e distante. Foi algo que aconteceu há uns 30 anos. Lembro de ter visto sobre a queda de Phnom Pen pela TV, nessa época eu era apenas um estudante, mas imaginava que fosse uma cidade assustadora e até hoje eu tenho aquelas imagens na memória.
Sei que para as pessoas que não aguentam ver coisas assim, visitar um museu do gênero é algo penoso. Porém, a realidade de atos brutais cometidos na vida real não se apagam."

Abrax...

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