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segunda-feira, outubro 1

Cronovisor - fotografando o passado...^^'

Fonte


Cupinchas!
Olhem só que louco!

Segue:

"No dia 2 de maio de 1972 o semanário italiano 'Domenica del Corriere', surpreendia a seus leitores com um insólito título: 'Inventada a máquina que fotografa o passado'. Era a primeira informação pública sobre um tema que ativaria a polêmica e entre contradições e acusações de fraude, acabaria sendo erigido um enigma que perdura até os nossos dias. O que de há verdade nessa suposta tecnologia que permitiria ver e escutar ao vivo através do tempo, o que já não existe, incluindo a vida de Jesus de Nazaré?

A notícia era incrível. No semanário, havia a afirmação de que uma equipe de 12 físicos, liderados por um monge, teriam criado um artefato capaz de fotografar o passado e que inclusive haviam registrado da vida inteira de Cristo. E o tão estranho artigo, mostrava uma imagem do rosto sofrido de Jesus na crucificação.

Os fundamentos desta descoberta, seriam baseados no conhecido princípio da física clássica, segundo o qual 'a energia não se cria nem se destrói, só se transforma'. O inventor do aparelho, Alfredo Pellegrino Ernetti, um padre beneditino, afirmava ter construído sua máquina, se baseando no conceito de que as ondas sonoras e visuais são energia e portanto, estão submetidas às mesmas leis físicas que a matéria. Do mesmo modo em que de partículas mais ínfimas, se pode recompor um elemento em sua forma primitiva, o artefato seria capaz de acessar às ondas luminosas e sonoras do passado, reorganizando-as em imagens e sons que eram integrantes em sua origem.


As psicofonias de Ernetti
Artigo de Helena R. Olmo. (Publicado em Ano Zero, nº 126)
'Para nós era apenas o tio Pellegrino', nos disse seu sobrinho, Aprilio, quando visitamos a casa familiar em Rocca Santo Stefano, pequena localidade a uns 60 quilômetros de Roma, onde Ernetti nasceu em 13 de outubro de 1925.

Com 16 anos ingressou na abadia veneciana de San Giorgio Maggiore, à que seguiu vinculado até sua morte em 8 de abril de 1994 onde trabalhou como exorcista e como capelão do cárcere do Suspiro. Mas durante seus 69 anos de vida, Ernetti se destacou por um sem fim de aptidões. Foi licenciado em teologia, línguas orientais, filosofia e letras, física quântica, diplomado em piano e escritor prolífico. No entanto, os maiores reconhecimentos ele obteve por seu trabalho docente sobre a música pré-polifônica, anterior ao século 11, até o ponto de obter a única cátedra que havia sobre esta matéria.

Seu amor pela música o levou a Milão para estudar Oscilografía Eletrônica (um ramo da física que se ocupa da vibração das vozes) com o Padre Agostino Gemefli. Em 17 de setembro de 1952, enquanto ambos religiosos analisavam a harmonia da musicalidade gregoriana, descobriram com surpresa que no gravador havia sido registrado uma nítida voz que Agostino Gemefli identificou como a do seu defunto pai. Era a primeira psicofonia da história. Gemefli, fatigado pelas longas sessões de trabalho, teria pronunciado de forma mecânica e desesperada, uma frase invocando a ajuda de seu progenitor. Não dava crédito a seus ouvidos quando, ao reproduzir a fita magnética, escutou: 'Eu te ajudo. Sempre estou contigo'. Gemefli fez questão de repetir o experimento. Não tinha dúvida. Era a voz de seu pai.

Preocupados pelas reticencias católicas sobre o contato com os mortos, os clérigos solicitaram audiência com Pio XII, quem os tranquilizou afirmando a eles que 'a existência desta voz é um fato científico que não tem relação com o espiritismo. O que acontece é que foram registradas ondas sonoras procedentes de alguma parte. Este experimento talvez chegue a se converter na pedra angular de um grande achado científico que possa fortalecer a fé das pessoas a partir de agora'. Não obstante, o pontífice decidiu manter a descoberta em absoluto segredo.

Em 1958, Giovanni Battista Montini, mais tarde conhecido como Papa Paulo VI, conheceu a Friedrich Jürgenson, um produtor de cinema sueco que lhe confessou ter começado a realizar seus primeiros avanços no campo da gravação de vozes do além e não se surpreendeu, pois conhecia as investigações que haviam fazendo sobre este fenômeno na Universidade Católica de Milão. Quando Montini sucedeu a João XXIII em 1963, nomeou a Jürgenson documentarista do Vaticano. Este escreveu a seu colega britânico Peter Brander: 'Tenho encontrado no Vaticano ouvidos que simpatizam com o fenômeno das vozes. Hoje a ponte está firme sobre seus alicerces'.


Ainda que Jürgenson era um ateu convicto, provavelmente foi esta condição que lhe converteu no homem que a igreja precisava para apresentar a descoberta à comunidade científica. Desta maneira, o clero encobria os atípicos trabalhos que haviam sido efetuados em Milão, mas o controle dos experimentos continuava sob seu domínio e Jürgenson passaria à história como sendo o descobridor das psicofonias.

Mas o Padre Ernetti havia tirado as suas próprias conclusões: 'A energia espiritual das almas podem se transformar em ondas de rádio. Ocorre por uma espécie de osmose, como uma compenetração dos campos electromagnéticos psico-espirituais'. Chamou o fenômeno de 'pneumafonia' e afirmou que com ajuda da ciência, se poderia conseguir o que os pitagóricos e aristotélicos já haviam intuído: que mediante a desintegração dos sons, é possível a reconstrução das imagens. E parece que desenvolveu a técnica capaz de consegui-lo: 'Cada ser humano deixa depois de si, uma esteira dupla: uma sonora e outra visual, uma espécie de carta de identidade diferente para cada indivíduo. Baseado nisto, nos encontramos hoje em condições de voltar a ver e escutar, os grandes personagens da história, reconstruindo seu rastro energético de luz e som'.

Segundo Ernetti, o seguinte passo para a construção de tão fantástico engenho aconteceu em 1957, quando contatou com o professor De Matos, um português que havia analisado a dispersão do som. Em 1963, o ministério de Instrução Pública outorgou a Ernetti a cátedra de pré-polifonia, o que lhe deu a ocasião de convocar a experts de todo o mundo para discutirem sobre os diversos ramos da matéria. 'Com eles comecei a elaborar o sistema que me conduziu a esta sensacional descoberta', assinalou.


A identidade desses cientistas é um mistério que talvez Francois Brune possa ajudar-nos a esclarecer. Esse teólogo, docente e pesquisador da comunicação com os mortos, em companhia do biólogo e parapsicólogo francês Rámy Chauvin, publicou em 1998 diretamente ao vivo do além, um compêndio sobre o fenômeno da obtenção de vozes e imagens paranormais mediante suportes eletrônicos

Nessa obra, o autor narra sua experiência com Ernetti, quem, segundo Brune, afirmou que havia reunido a um grupo de físicos, que com cuja ajuda, teria descoberto uma máquina capaz de fotografar o passado.

Este sensacional achado tem um nome: 'cronovisor' (do grego chronos, "tempo"). Na verdade, seu criador não foi o Padre Ernetti, mas sim, outro religioso, Luigi Borello, quem dividia o seu trabalho pastoral com a física, desenvolvendo uma técnica que permitiria ver e ouvir aquilo que ficaria memorizado nas partículas, da matéria inanimada, sua teoria é diferente da de Ernetti: 'Não só os animais têm uma memória. O rastro de um sinal luminoso ou de um som ficariam também impressos na matéria inanimada. Uma pedra tem memória, mas não tem maneira de se comunicar.' No entanto, as conclusões de ambos clérigos, são idênticas: 'Cada vez que os sons ou imagens afetam à matéria, que se transforma em parte em energia estática, podem ser de novo recriadas como uma forma de energia ainda desconhecida.'

Quando se fizeram públicos os trabalhos de Ernetti, Borello se reuniu com ele em Roma e 'em seguida pude comprovar que não tinha nada de preciso nem de verdadeiro em tudo aquilo', explica Borello, convertendo-se então, em seu principal crítico, porque Ernetti nunca mostrou sua máquina nem revelou o seu funcionamento, oferecendo como única descrição, que sua estrutura estava constituída por três partes: um monte de antenas que captavam todas as longitudes de onda imagináveis, um seletor que trabalhava à velocidade da luz, regulável graças a uns circuitos que apontavam para o lugar e a pessoa escolhida, e ainda, uma equipe para visionar e registrar as imagens e os sons.


'Ver' os milagres de Jesus?

Três meses após a publicação da notícia em 'Domenica del Corrieri', Ernetti ficou desacreditado quando foi descoberta que uma imagem do rosto de Jesus que, segundo ele, demonstrava a viabilidade do seu 'cronovisor', não era mais que a fotografia de um crucifixo venerado no santuário do Amor Misericordioso de Collevalenza, em Perugia.

Passaram-se anos sem que Ernetti comparecesse ante os meios de comunicação. O mais óbvio é pensar que estava envergonhado, no entanto, nem tudo resulta tão simples... 
É difícil de acreditar que um homem de sua elevada medida intelectual e moral, fosse capaz de se envolver em uma fraude tão grosseira. 
Não seria estranho à ninguém que, existindo o engenho capaz de recuperar o passado, este poderia ter sido interceptado e vetada a sua difusão pelas autoridades civis ou religiosas, temerosas das consequências derivadas de seu uso, já que com ele se poderia conhecer os segredos de grandes personagens e seriam resolvidas muitas incógnitas históricas. 
Como afirmaram alguns, 'seria possível, por exemplo, contemplar os milagres de Jesus'. Mas e se descobrissem, por exemplo, que tais prodígios não aconteceram tal e como nos contaram, mas sim, que teriam sido inventados por seus discípulos? Então aconteceria uma crise religiosa sem precedentes.

Ernetti declarou que a Igreja lhe colocou uma mordaça que não lhe permitia falar. Desprestigiar seu trabalho era algo fácil para a hierarquia eclesiástica. Assim era garantido o deboche da opinião pública e era assegurado o domínio onipotente do Vaticano sobre o invento, mas ainda há mais: Em 1965, o jornal 'Il Giorno', difundiu que os serviços secretos do Vaticano, em colaboração com os da contra-espionagem italiana, detiveram um engenheiro chamado Antonio Beretta, sob a suspeita de que trabalhava para a KGB. A verdade era que o preso era um expert na teoria da Relatividade e que durante 8 anos trabalhou à serviço do Padre Ernetti. A única informação que pôde ter vendido aos soviéticos, teria sido a relacionada com as atividades desenvolvidas no laboratório de Ernetti, em San Giorgio Maggiore.

Durante um congresso internacional, um servidor público do ministério do Interior soviético, Sergei Antonov, confiou a um delegado ocidental que 'os próprios trabalhos de nossos físicos nos induzem a pensar que a equipe de San Giorgio já teriam realizado a gravação em fita magnética da explosão de Sodoma e Gomorra, bem como a inscrição das Tábuas da Lei no Monte Sinai'. Em um artigo publicado pelo diário russo Pravda, se lia: 'As investigações sobre a reconstrução do passado efetuadas na Itália sob o controle do Vaticano e do ministério do Interior, estão bem mais avançadas do que se pretendia. É um trabalho fortemente vigiado pelos serviços secretos do Vaticano'.

Acontece que Ernetti, estando muito doente e sabendo que lhe sobrava pouco tempo de vida, enviou uma carta a Luigi Borello, seu principal crítico. A missiva era uma espécie de testamento onde afirma que 'a existência do artefato é uma sacrossanta verdade; que se tenham captado tantas coisas do passado é também verdade; que entre estas coisas estivesse a imagem de Jesus é verdade; e que as autoridades supremas têm proibido o uso do engenho, é outra verdade'. 'Nosso Cristo foi captado em 1953, enquanto o de Collevalenza foi realizado 6 anos mais tarde'. 

Podemos pensar que era a palavra de um moribundo, a confissão de um religioso a outro, no entanto existem incoerências dificilmente refutáveis. A fundadora do Santuário de Collevalenza resultou ser uma mística estigmatizada. A obra obedecia a suas visões, no qual poderia confirmar a validade das evidências apresentadas por Ernetti. A não ser porque o crucifixo, na realidade, data de 1930. 

Por certo, como é possível que a instantânea de Jesus seja de 1953, se o próprio monge declarou que foi em 1963 quando reuniu a equipe que iria lhe ajudar a construir a máquina? 
Porquê a Igreja e os serviços secretos italianos se envolveram em algo que não era mais que um delírio? Ainda mais importante, porquê em 1988, o Vaticano emitiu um decreto segundo o qual, seriam excomungados todos aqueles que captem ou divulguem 'com qualquer instrumento técnico acontecimentos passados …'?

Borello duvidou de Ernetti, mas ainda assim, sustenta que a matéria registra o que aconteceu no passado, sendo possível recuperar com a tecnologia adequada: 'Atualmente coordeno duas equipes que trabalham no desenvolvimento do 'cronovisor', um na faculdade de engenharia de Tor Vergata, em Roma, e outro em um laboratório de Treviso. Usamos uma sonda bidirecional ligada a complexos amplificadores que estimulam um bloco de matéria que emana uma energia. Esta experimentação é muito precisa, mas ainda não podemos perguntar a um objeto,o quê ele viu ou escutou.'. 'Não obstante' conclui, 'não posso ser mais concreto. O trabalho que efetuamos em Roma e Treviso é top secret'. Artigo de Helena R. Olmo. (Publicado em Ano Zero, nº 126)


O 'Cronovisor' seria uma máquina para ver o tempo, um mecanismo com o que se poderia acessar o passado em forma de imagem e som. Os 'Cronovisores' 'sintonizariam' com o tempo à vontade do experimentador e guardariam os resultados nos mesmos suportes que os vídeos ou os gravadores de áudio.

O caso do 'Cronovisor' ficou conhecido no ano de 1972 pelo Padre Ernetti que concedeu uma entrevista ao diário italiano 'La Domenica del Corriere', na qual afirmou ter participado no processo desta singular máquina do tempo.

O rumor se estendeu por todo mundo. No entanto anteriormente o padre Ernetti já havia dado pequenos detalhes em algumas publicações. Em Julho de 1965 uma revista religiosa da França 'L`Heure d`Etre' e em Janeiro de 1966, a publicação italiana 'Civiltá delle Macchine', veicularam a notícia mas a pouca importância desses dois meios, fez com que a notícia não fosse levada em conta até 1972.

O padre Ernetti nunca entrou em detalhes técnicos da máquina, mas sim nos sucessos.

Afirmou ter fotografado as tábuas da lei, a destruição de Sodoma e Gomorra, um discurso de Mussolini ou a crucificação de Cristo.

Pío XII poderia ter controlado este projeto desde o princípio, ainda que o qualificou de segredo de estado.

O projeto foi cancelado e requisitado pelo Vaticano, mas não destruído, o 'Cronovisor' se encontraria em boa garantia. Antes de morrer, Ernetti enviou uma carta ao Japão, país com o que tinha boa relação e contatos e outra carta à Suíça. Nessas cartas podem estar os planos do 'Cronovisor', já que ele prometeu ao Papa Pío XII que nunca faria público os detalhes, apesar de que vários anos depois, seguia sendo entrevistado.

A seguir, um pouco dessa entrevista do ano de 1972:

- 'Segue você afirmando, apesar dos anos, que ainda possui o texto original das Tábuas da Lei?'

- 'Sim, nós o temos. Mas não podemos revelar nada. Sinto muito.'

- 'E quando acha que poderá falar, padre?'

- 'Não sei. Já sabe que há muitas coisas que recebem o nome de Segredos de Estado…'

- 'Do Vaticano?'

- 'Não. Em todo mundo.'

- 'Não sabe quando deixará de ser segredo, verdade?'

- 'Espero que logo, mas é muito difícil. Se revelarão demasiados segredos.'

- 'Mudaria muito nossa concepção da história do Homem?'

- 'Muito. Inclusive as línguas seriam irreconhecíveis…'

Também há uma entrevista referente a este tema, no qual o entrevistado é Rum Hubbard, ele sim acredita em um visor temporal, que permita visualizar o passado, mas segundo suas palavras 'se conseguirá no futuro, mas por agora não existe.'"

Abrax^^'

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